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De viagem marcada? Saiba como tirar o visto americano de turismo

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De viagem marcada? Saiba como tirar o visto americano de turismo
Redação GPS

De viagem marcada? Saiba como tirar o visto americano de turismo

Quem já foi aos Estados Unidos ou está programando uma viagem para o destino sabe que o processo de tirar o visto de turismo pode ser o passo mais complicado quando o assunto é organizar uma ida ao país. Seja por causa do agendamento ou do formulário on-line de solicitação, toda ajuda é bem-vinda.

Sabendo disso, o GPS|Brasília te mostra o passo a passo:

1- Preencha o formulário on-line de solicitação

A primeira etapa para tirar o visto de turismo é feita online. No site da Embaixada, preencha o formulário chamado de DS-160 . A ficha precisa ser completada em inglês, mas a ferramenta View Tool Tip Help , que fica no topo da página, permite traduzir as perguntas para o português.

Atenção: anote o ID e a resposta de segurança que você selecionou, já que precisará dessas informações para acessar o seu DS-160 . Imprima a página de confirmação com o código de barras.

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2-Pague a taxa e marque seu agendamento

Acesse o Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) no site e siga as seguintes etapas:

  • Crie ou acesse a sua conta;
  • Selecione a categoria do visto que irá solicitar: para turismo, opte pelo visto B2;
  • Pague a taxa de solicitação, o chamado MRV. A taxa para visto de turista custa US$ 185,00;
  • Selecione onde e como irá receber o seu visto e o passaporte depois da entrevista;
  • Marque os seus agendamentos para cadastro no CASV e a entrevista de visto na Embaixada ou no Consulado;
  • Imprima a página de confirmação de agendamento do CASV ao finalizar.
  1. Compareça ao seu agendamento no Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) no site

Antes da entrevista presencial, complete o processo de cadastro no CASV. Nesse processo, você precisará de:

  • O passaporte atual e anteriores (se necessário);
  • Da página de confirmação da solicitação DS-160 com o código de barras de cada um dos solicitantes;
  • Da página de confirmação do agendamento no CASV;
  • De uma foto impressa colorida 5 x 5 cm ou 5 x 7 cm, dos últimos 6 meses e com fundo branco, somente em caso de agendamento nos consulados de Porto Alegre e Recife.
  1. Vá à entrevista presencial
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Na data agendada para você, será preciso comparecer à Embaixada ou ao Consulado para a entrevista.

  1. Entrega do visto

Quando o documento estiver pronto, você receberá um e-mail. Você pode pegar os documentos no CASV ou recebê-los em casa via correspondência. Também há a possibilidade de alguém retirar o seu visto para você, mas é preciso levar uma cópia do seu documento de identidade e uma carta de autorização assinada.

Para rastrear o status da análise de sua solicitação de visto, é só acessar o site .

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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