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Paz em Casa: Mulheres atendidas em Varas de Violência Doméstica terão serviços gratuitos

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Mulheres com processos em tramite nas Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá terão acesso a diversos serviços, de forma totalmente gratuita, durante a Semana Justiça Pela Paz em Casa, nos dias 19 e 22 de agosto (segunda e quinta-feira), das 13h às 17h, no Fórum de Cuiabá.
 
Na “Feira da Oportunidade”, como foi intitulada pela organização, representantes das seguintes instituições estarão disponíveis para atendimento ao público:
 
– Defensoria Pública do Estado (DPE-MT)
– Coordenadoria Estadual da Mulher (Cemulher)
– Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar
– Espaço de Acolhimento da Mulher
– Laboratório Carlos Chagas – Sabin
– Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT), com massoterapia e divulgação de cursos
– Solução Cosméticos, com limpeza de pele e maquiagem
– Ambulatório Bem Viver, com auriculoterapia
– Curso de Estética da Unic, com massagem rápida
– Sesc Saúde Mulher, com exames de mamografia e CCO
– VG + ação, com trança, sobrancelha e esmaltação de unhas
– Justiça Comunitária, com emissão de documentos pessoais
– Projeto Verde Novo – distribuição de mudas de plantas
– Projeto Virando a Página
– Pianista Dario Scherner – Piano Gente
 
A Semana Pela Paz em Casa é uma ação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os Tribunais de Justiça dos estados. Em Cuiabá, a realização é feita pelo Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais, localizado no Fórum da Capital. Anualmente, ocorrem três edições do mutirão, sempre em março, agosto e novembro.
 
A iniciativa tem como objetivo dar efetividade à Lei Maria da Penha, concentrando esforços para agilizar a resolução dos processos que tratam de violência doméstica e familiar contra a mulher, além de proporcionar serviços de cidadania, orientação jurídica, documentação, tudo em parceria com órgãos públicos e entidades privadas.
 
“Nesta ocasião, com a maior circulação de mulheres vítimas de violência doméstica, aqui no Fórum, o Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais realiza a Feira da Oportunidade, que consiste em ofertar serviços de utilidade às vítimas, facilitando a resolução de questões vinculadas aos processos e às sequelas advindas das agressões sofridas”, explica a psicóloga do Centro de Atendimento às Vítimas, Bárbara Santana da Silva.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Arte gráfica com letras pretas e roxas onde se lê Convite: Feira de Oportundiades com as informações da data, local e horário. Na base da arte estão os logos do Poder Judiciário de Mato Grosso, Justiça pela Paz em Casa e um triângulo verde simulando o telhado de uma casa em cima das palavras Justiça pela Paz, e do Centro de Atendimento às vítimas do Fórum de Cuiabá.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mutirão na 14ª Vara Criminal agiliza depoimentos especiais de crianças e adolescentes

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O Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) realiza até 15 de maio um mutirão de depoimentos especiais na 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, com foco na oitiva de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A iniciativa integra as ações do Maio Laranja e do Mês da Infância Protegida, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Ao longo da semana, das 8h às 11h, estão sendo realizadas audiências nos processos cautelares de antecipação de provas que ainda não haviam sido concluídos no mutirão promovido no ano passado. Ao todo, 13 processos estão incluídos na força-tarefa.
Na 14ª Vara Criminal, a maioria dos casos envolve crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Também há alguns processos relacionados a homicídios.
O depoimento especial é realizado conforme estabelece a Lei nº 13.431/2017, que instituiu o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. A escuta ocorre em ambiente acolhedor e humanizado, conduzida por psicóloga do Juízo, responsável por intermediar as perguntas formuladas pelas partes e pelo magistrado, permitindo que a vítima se manifeste de forma espontânea e sem constrangimentos.
A metodologia busca evitar a revitimização, reduzindo impactos emocionais durante a produção da prova judicial.
“O mutirão é importante para agilizar a tramitação dos feitos, dada a extrema relevância da matéria que envolve a proteção das crianças e adolescentes”, afirmou o juiz João Bosco Soares da Silva ao destacar a importância da iniciativa para garantir maior agilidade processual e proteção às vítimas.
A ação integra um conjunto de iniciativas desenvolvidas pelo Judiciário voltadas à proteção integral da infância e adolescência, especialmente no enfrentamento à violência sexual infantojuvenil. Entre as medidas adotadas estão o fortalecimento da rede de proteção, a priorização da tramitação de processos envolvendo vítimas vulneráveis, capacitação de magistrados e servidores, além de campanhas educativas e ações preventivas realizadas durante o Maio Laranja.
“O enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes exige atuação integrada e permanente de toda a sociedade e das instituições públicas. O Poder Judiciário mato-grossense segue comprometido com a proteção da infância, a responsabilização dos agressores e a garantia de atendimento humanizado às vítimas”, afirmou a juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ), Anna Paula Gomes de Freitas Sansão, ao reforçar o compromisso institucional com a proteção da infância.
Além do mutirão em Cuiabá, a CGJ promoverá na última semana de maio ações semelhantes nas comarcas de Rondonópolis e Várzea Grande, em varas criminais com competência para apuração de crimes contra crianças e adolescentes.
O CNJ propôs aos tribunais a realização de ações concentradas em todo o país entre os dias 3 e 18 de maio, para marcar o Mês da Infância Protegida. As atividades devem ter foco na celeridade processual, realização de atos prioritários, fortalecimento da escuta protegida e articulação entre Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e rede de proteção.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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