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VÁRZEA GRANDE: Marfrig promove integração com projeto “Conexão Comunidade”

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Celso Cancela, diretor de operações da América do Sul; Altemir Ferro, diretor de saúde ocupacional; Cleonice Medeiros, especialista de informações gerenciais da Marfrig e demais membros da diretoria da companhia
Celso Cancela, diretor de operações da América do Sul; Altemir Ferro, diretor de saúde ocupacional; Cleonice Medeiros, especialista de informações gerenciais da Marfrig e demais membros da diretoria da companhia

Com objetivo de estreitar relações e levar a comunidade para dentro da fábrica, a Marfrig Várzea Grande promoveu mais uma edição do projeto “Conexão Comunidade”. O evento contou com uma série de atividades voltadas aos visitantes, que puderam conhecer a história e as instalações da empresa. Além disso, foram abordados temas como: produção sustentável, responsabilidade social e oportunidades de emprego na indústria alimentícia.

A Marfrig também apresentou seus projetos sociais em andamento e destacou a importância da colaboração entre empresa e comunidade para alcançar objetivos comuns. “Criar um relacionamento com a comunidade e demonstrar como a Marfrig prepara seus colaboradores para atuar na operação promove empatia com a nossa marca”, afirma o diretor de compliance da Marfrig, Maurício Manfredini.

“Queremos promover o desenvolvimento sustentável, apoiar iniciativas locais e proporcionar um ambiente de troca e colaboração. Este programa reflete nosso compromisso em ser uma empresa socialmente responsável”, ressaltou a especialista de informações gerenciais da Marfrig, Cleonice Medeiros.

A drª e profª da faculdade de Nutrição da UFMT, Maressa Caldeira Morzelle, parabenizou a iniciativa. “O projeto é excelente, trouxe a comunidade pra dentro da unidade e pudemos conhecer a robustez do processo de produção da Marfrig e ainda, certificar que tudo está ancorado com a sustentabilidade.”, enfatizou Morzelle.

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Já o 1° Sargento Leonardo Gama Caetano, Adjunto de Comando do 9° Batalhão de Engenharia de Construção, que também participou da visita guiada às instalações em Várzea Grande, parabenizou a empresa e enfatizou que a ideia pode contribuir de maneira significativa para o bem-estar e o desenvolvimento das comunidades onde a companhia está inserida.

“A própria Marfrig fez um recrutamento o 9° Batalhão dos militares que estão sendo licenciados do serviço obrigatório do exército. E, esses militares, já foram captados para trabalharem aqui. Conhecer a companhia facilita ainda mais esse intercâmbio”, concluiu 1° Sargento.

Também estiveram presentes no evento:

Bernardo Coiro, Gerente Industrial da Marfrig; Rodrigo Mioto, diretor de operações; José Ricardo, gerente administrativo; Claudia Medeiros, gerente de RH; Ricardo Almeida, gerente industrial; Fabion Almeida, gerente regional da compra de gado; Celso Cancela, diretor de operações da América do Sul; Altemir Ferro, diretor de saúde ocupacional; Orsi Pereira Duarte Junior, coronel do Exército; as doutorandas da Faculdade de Nutrição da UFMT, Itatiane Catarina Guerra, Thamara Rosa de Souza e Yasmin Ourives Domingues; Flavia Freitas Fernandes, Dirigente Sindical e o Ten. Coronel João Paulo Carvalho de Alencar, Comandante do 9° Batalhão de Engenharia de Construção.

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Sobre a Marfrig

A Marfrig é uma das companhias líderes em carne bovina, suína e de aves e a maior produtora de hambúrguer no mundo, com receita líquida de 30,4 bilhões no primeiro trimestre de 2024. A empresa emprega mais de 120 mil colaboradores, distribuídos entre Operação América do Norte, Operação América do Sul e BRF.

As operações América do Norte e América do Sul processam e comercializam carne bovina in natura, produtos industrializados, de marca, pratos prontos à base de carne bovina, produtos complementares e derivados de carne, além de couro para os mercados doméstico e internacional. Reconhecida pela qualidade de seus produtos e por sua atuação sustentável, a Marfrig mantém projetos pioneiros para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais.

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AGRONEGÓCIO

Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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