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Kemin Lança Novas Vacinas no Brasil e Fomenta Debate sobre Segurança Alimentar no SIAVS 2024

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A Kemin, uma renomada empresa global de ingredientes, marcou sua presença no SIAVS 2024 (Salão Internacional de Proteína Animal), o maior evento da cadeia de proteína animal do Brasil, com anúncios e discussões que prometem impactar significativamente o setor avícola. Durante o evento, a empresa destacou seu compromisso com a segurança alimentar ao lançar novas vacinas e promover um debate crucial sobre estratégias de controle de patógenos.

Entre as principais inovações apresentadas, destacam-se as vacinas contra duas doenças aviárias de alta relevância: New Castle e Bronquite Infecciosa. Desenvolvidas com tecnologia de vírus atenuado, essas vacinas chegam ao mercado brasileiro com a promessa de fortalecer a imunidade das aves, melhorar a saúde dos plantéis e, consequentemente, aumentar a produtividade das granjas. Dada a alta contagiosidade e o potencial de causar grandes prejuízos à indústria avícola, a introdução dessas vacinas no Brasil representa um marco importante para a Kemin e para o setor.

No estande da empresa, especialistas da Kemin provenientes de Portugal, Estados Unidos e Bélgica ofereceram uma visão detalhada sobre a eficácia e a importância dessas vacinas para a avicultura brasileira, discutindo seus benefícios técnicos e seu impacto esperado no combate às doenças aviárias.

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Além do lançamento das vacinas, a Kemin também promoveu um debate essencial sobre “Cadeia Segura – Estratégias Integradas de Controle de Salmonella: da Fábrica ao Campo”. Este painel reuniu especialistas de renome, como a Dra. Nelva Grando, médica veterinária com vasta experiência em avicultura e qualidade, Elisa Piccinin François, Gerente Técnica Sênior da Kemin, e Fabrício Gabriel Hergert, Gerente Técnico de Fábricas e Grãos da Kemin. Os participantes discutiram desde as práticas de biosseguridade na matéria-prima até as melhores práticas no campo, oferecendo insights valiosos sobre como garantir a qualidade e segurança alimentar em toda a cadeia produtiva.

Em um cenário onde a biosseguridade e o controle de patógenos são questões cada vez mais críticas, a Kemin reafirmou seu papel de liderança ao promover discussões que elevam os padrões de segurança alimentar. O SIAVS, reconhecido por sua plataforma única para a troca de ideias e experiências, serviu como o ambiente ideal para que a Kemin compartilhasse suas inovações e promovesse um diálogo essencial sobre os desafios e soluções na produção de proteínas animais.

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À medida que cresce a conscientização sobre a importância de uma cadeia de produção segura, eventos como o SIAVS tornam-se fundamentais para o fortalecimento do setor, assegurando que práticas avançadas e eficazes sejam adotadas em todas as etapas da produção animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado

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Dólar cai com redução das tensões geopolíticas

O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.

Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.

Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.

Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda

Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.

Os dados indicam que:

  • O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
  • O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas

Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.

Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana

O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.

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De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.

Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.

Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar

Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.

O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.

Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.

Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção

Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.

O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.

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A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.

Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança

Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.

Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:

  • Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
  • Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
  • Turbulências políticas internas nos EUA
  • Níveis elevados de déficit público

Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.

Mercado global segue sensível a dados e geopolítica

O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.

Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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