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China Retoma Importação de Carne de Frango Brasileira, Celebra ABPA

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a retomada das exportações de carne de frango brasileira para a China, oficializada ontem (14) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. A suspensão havia sido imposta devido à identificação de um caso isolado de Doença de Newcastle em uma granja localizada em Anta Gorda, no estado do Rio Grande do Sul.

Segundo o Ministério, a retomada abrange todos os estados brasileiros, exceto o Rio Grande do Sul, cujos embarques ainda permanecem suspensos. A reabertura do mercado chinês ocorre apenas 26 dias após a autossuspensão voluntária das exportações, demonstrando a rapidez e a eficácia com que o Ministério da Agricultura e Pecuária, liderado pelo Ministro Carlos Fávaro, lidou com a situação. A ABPA também destacou o apoio crucial dos Secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, e de suas equipes, assim como o significativo empenho da embaixada brasileira e da adidância agrícola para esclarecer as autoridades chinesas.

China é Principal Destino da Carne de Frango Brasileira

Embora a suspensão temporária tenha gerado preocupações, a ABPA informou que os impactos no fluxo de exportações foram minimizados pelo redirecionamento das cargas para outros mercados que demandam produtos similares aos destinados à China.

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A China é o maior importador de carne de frango do Brasil. Entre janeiro e julho deste ano, o país asiático adquiriu 337,2 mil toneladas da proteína, gerando uma receita de US$ 745,6 milhões. Somente em julho, os embarques atingiram 61 mil toneladas, com receita de US$ 144,6 milhões.

A ABPA reforça que continuará apoiando o governo brasileiro nas negociações para a suspensão total das restrições às exportações do Rio Grande do Sul, visando à retomada plena do comércio com todos os mercados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brazil Wine Challenge reúne 89 especialistas internacionais e avalia mais de 1.100 amostras de 19 países em Bento Gonçalves (RS)

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O 13º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), consolida sua posição entre os principais concursos de vinhos da América Latina ao reunir 89 especialistas internacionais para a avaliação de 1.127 amostras provenientes de 19 países.

O evento ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, em Bento Gonçalves (RS), e destaca-se pelo rigor técnico, pela diversidade de jurados e pela metodologia de avaliação às cegas, garantindo imparcialidade e alto padrão de análise.

Júri internacional reúne especialistas de nove países

O corpo de jurados desta edição é formado por enólogos, sommeliers, pesquisadores, professores, jornalistas especializados e profissionais do setor vitivinícola.

Os especialistas representam nove países: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Uruguai. Entre eles, 10 atuam como presidentes de júri, responsáveis por coordenar as sessões de avaliação e assegurar o cumprimento das normas técnicas.

A composição multicultural do júri reforça a credibilidade do concurso e contribui para uma análise mais ampla e criteriosa das amostras inscritas.

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Edição histórica reúne 1.127 amostras de 19 países

O Brazil Wine Challenge 2026 registra números inéditos: são 1.127 amostras avaliadas, enviadas por 190 vinícolas de 19 países.

Além do Brasil, participam produtores da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Bolívia, Bulgária, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Moldávia, Nova Zelândia, Portugal, Rússia, Turquia e Uruguai.

O volume e a diversidade internacional reforçam a relevância do concurso e a confiança do setor vitivinícola global na avaliação promovida pela ABE.

Concurso segue normas da OIV e garante rigor técnico

O Brazil Wine Challenge é o único concurso do Brasil realizado sob as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), referência mundial em padronização de concursos enológicos.

O evento também conta com o respaldo da Associação de Enólogos da América, o que reforça a consistência metodológica e o reconhecimento internacional dos resultados.

De acordo com o presidente da ABE, enólogo Mário Lucas Ieggli, a credibilidade do concurso está diretamente ligada à qualificação do corpo de jurados e ao rigor técnico aplicado em todas as etapas.

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Degustação às cegas garante imparcialidade na avaliação

Todos os vinhos e espumantes são avaliados às cegas, sem identificação de origem, marca ou produtor. As sessões são conduzidas por presidentes de mesa designados especificamente para assegurar o cumprimento dos critérios estabelecidos pela OIV.

Os resultados finais serão divulgados ao término do concurso, consolidando o ranking oficial das amostras avaliadas nesta edição.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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