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Supercopa Jovem do Cavalo Crioulo será destaque na 47ª Expointer

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Entre os dias 27 e 31 de agosto de 2024, a 47ª Expointer será palco das etapas da Supercopa Jovem, evento que acontecerá na pista coberta do Cavalo Crioulo, localizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), a competição reunirá jovens apaixonados pela raça e marcará um momento importante na trajetória de futuros ginetes.

A Supercopa Jovem destacará jovens competidores cuja conexão com o Cavalo Crioulo começou desde cedo, revelando a profundidade do vínculo que estabeleceram com seus animais. A competição permitirá que eles mostrem não apenas sua habilidade, mas também o respeito e a devoção pela tradição e pelos valores associados à raça.

Fernando Gonzales, vice-presidente de Provas Esportivas da ABCCC, expressa sua expectativa positiva para o evento. “Nosso principal objetivo é oferecer a esses jovens talentos a oportunidade de competir entre si após se destacarem em suas finais nos últimos dois anos. Queremos ver como eles se saem na Supercopa”, explica Gonzales.

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Ele também ressalta a importância de aproximar esses jovens dos campeões consagrados, como os montadores do Freio de Ouro. “Queremos que eles tenham a chance de interagir com esses grandes nomes, independentemente da carreira que escolherem. Também é uma oportunidade para as famílias e os admiradores do Cavalo Crioulo celebrarem juntos”, acrescenta. Gonzales finaliza enfatizando o papel da ABCCC em fomentar a paixão pela raça nas novas gerações. “Estamos satisfeitos em contribuir para a preservação e transmissão da cultura do Cavalo Crioulo”, conclui.

Nesta edição da Supercopa Jovem, os responsáveis pela avaliação dos competidores serão Júlio Netto dos Santos Danielski e Manoel Vanderlei Braz Gonçalves.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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