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Alimentação: O que devo dar ao meu pet?

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Alimentação: O que devo dar ao meu pet?
Daniel Salgueiro

Alimentação: O que devo dar ao meu pet?

Olá queridos leitores. Hoje falaremos um pouco sobre a importância da alimentação para nossos pets. Afinal, podemos dar comida?

A alimentação e a nutrição dos cães e gatos são fundamentais para garantir a saúde, longevidade e bem-estar dos animais de estimação. A escolha de uma dieta equilibrada e adequada às necessidades específicas de cada pet pode prevenir diversas doenças e contribuir para uma vida mais ativa e feliz. Neste artigo, abordaremos os principais aspectos da nutrição para cães e gatos, os tipos de alimentos disponíveis no mercado, e as recomendações para uma alimentação saudável.

Necessidades Nutricionais Básicas
Cães

Os cães são animais onívoros, o que significa que sua dieta pode incluir uma variedade de alimentos de origem animal e vegetal. As necessidades nutricionais básicas dos cães incluem:

  • Proteínas: Essenciais para o crescimento, reparo dos tecidos e manutenção da massa muscular. Fontes comuns incluem carne, peixe, ovos e produtos à base de soja.
  • Gorduras: Fornecem energia e ácidos graxos essenciais para a saúde da pele e do pelo. Óleos de peixe e gordura animal são boas fontes.
  • Carboidratos: Fornecem energia de rápida absorção. Grãos como arroz, aveia e batata são frequentemente utilizados.
  • Vitaminas e Minerais: Cruciais para diversas funções corporais, incluindo o fortalecimento do sistema imunológico e a manutenção da saúde óssea. Facilmente encontradas em frutas, verduras e em pó, industrializadas.
Gatos

Os gatos são carnívoros obrigatórios, o que significa que dependem de uma dieta rica em proteínas de origem animal. Suas necessidades nutricionais básicas incluem:

  • Proteínas: Essenciais para todas as funções corporais. Fontes ideais incluem carne, peixe e aves.
  • Gorduras: Fornecem ácidos graxos essenciais e energia. Óleos de peixe são particularmente benéficos.
  • Taurina: Um aminoácido essencial para os gatos, encontrado exclusivamente em proteínas animais.
  • Vitaminas e Minerais: Incluindo vitaminas A e D, e minerais como cálcio e fósforo.
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Tipos de Alimentos
Ração Seca

A ração seca é uma escolha popular devido à sua conveniência e longa vida útil. Ela ajuda na limpeza dos dentes e é fácil de armazenar. No entanto, é importante escolher uma marca de qualidade que forneça todos os nutrientes necessários. Vale ressaltar as alergias de pele e pelos comuns em cães devido à nutrição. Sabe-se que grande parte das doenças e irritações da pele vem de algum componente presente nas rações. Nesses casos, a alimentação natural pode ser a solução.

Ração Úmida

A ração úmida é altamente palatável e contém uma maior quantidade de água, ajudando na hidratação do animal. É especialmente útil para gatos, que têm tendência a ingerir menos água do que o necessário. Lembre-se que a ração úmida não se trata de sachês cheios de sódio e conservantes. Temos boas opções no mercado que suprem a ração seca tranquilamente. Porém com o custo mais alto.

Alimentação Natural

A queridinha do momento! A alimentação natural, ou dieta caseira, consiste em preparar refeições com ingredientes frescos e naturais. Esta abordagem pode ser benéfica, mas exige um planejamento cuidadoso para garantir que todas as necessidades nutricionais sejam atendidas. Portanto não se trata só de arroz e carne e sim uma alimentação balanceada para cada caso. Nesse momento o suporte do nutrólogo pode ser importante inclusive para tratamentos de problemas cutâneos, como as alergias citadas acima.

Alimentação Crua

A dieta BARF (Biologically Appropriate Raw Food) consiste em oferecer alimentos crus, incluindo carne, ossos e vegetais. Essa dieta imita o que os animais comeriam na natureza, mas requer precauções rigorosas para evitar contaminações e desequilíbrios nutricionais. Atualmente é possível encontrar no mercado produtos prontos, divididos em tamanhos diferentes prontos para uso, basta descongelar e fornecer. Dessa forma com menor risco de contaminação.

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Considerações Especiais
  • Idade: Filhotes e animais idosos têm necessidades nutricionais específicas que devem ser atendidas com alimentos formulados para essas fases da vida.
  • Condições de Saúde: Animais com obesidade requerem alimentação de baixo teor calórico e mais proteica. No caso de animais com doenças renais não podem ser fornecidas quantidades significativas de proteínas devido à sobrecarga carga renal. Em geral, se tratando de alimentação terapêutica o melhor é procurar um médico veterinário que oriente sobre a opção mais adequada.
  • Peso: Manter um peso saudável é crucial para a saúde geral do pet. Consultas regulares ao veterinário podem ajudar a monitorar e ajustar a dieta conforme necessário.
Por fim

Garantir uma alimentação equilibrada e adequada às necessidades dos cães e gatos é essencial para promover sua saúde e bem-estar. Seja escolhendo ração seca, úmida, ou uma dieta natural, é fundamental que os tutores se informem e busquem orientação veterinária e ou o plano de saúde do seu pet para tomar as melhores decisões nutricionais. A alimentação correta, aliada a exercícios regulares e cuidados veterinários, é a chave para uma vida longa e saudável.

Daniel Salgueiro

CEO

DogCat – Plano de Saúde Pet

[email protected]

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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