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Mariana Correa: “Gerenciamento do envelhecimento: o papel dos lasers na preservação da juventude da pele”

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Mariana Correa: “Gerenciamento do envelhecimento: o papel dos lasers na preservação da juventude da pele”
Mariana Correa

Mariana Correa: “Gerenciamento do envelhecimento: o papel dos lasers na preservação da juventude da pele”

À medida que envelhecemos, a perda de colágeno se torna uma das principais preocupações em relação à saúde da pele. Durante fases críticas da vida , como a menopausa, essa perda pode ser acentuada, com uma redução de até 30% no primeiro ano. Essa diminuição significativa de colágeno afeta diretamente a firmeza, elasticidade e textura da pele, levando ao aparecimento de rugas, flacidez e outras mudanças visíveis. Neste contexto, os tratamentos a laser, especialmente com tecnologias avançadas como o Fotona, têm se mostrado uma ferramenta poderosa no gerenciamento do envelhecimento, não apenas corrigindo os sinais existentes, mas também prevenindo o avanço desses efeitos.

Como o laser atua no gerenciamento do envelhecimento

Estimulação da produção de colágeno:

Os lasers, ao penetrar nas camadas profundas da pele, induzem uma inflamação controlada nas células. Esta resposta inflamatória estimula os fibroblastos a produzirem mais colágeno, uma proteína essencial para manter a pele firme e elástica. Esse aumento na produção de colágeno ajuda a restaurar a estrutura da pele, suavizando rugas e linhas finas e combatendo a flacidez.

Renovação celular:

Além de estimular o colágeno, os tratamentos a laser promovem a renovação celular, removendo células danificadas e incentivando a formação de novas células saudáveis. Quanto mais profundo o laser penetra na pele, mais significativa é a renovação celular, promovendo a regeneração de uma nova pele com menos rugas e uma aparência mais jovem e revitalizada.

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Melhora da qualidade da pele:

O laser atua diretamente na qualidade da pele, não apenas corrigindo problemas existentes, mas também prevenindo novos danos. A prevenção é um aspecto crucial no gerenciamento do envelhecimento, e o laser desempenha um papel central ao manter a produção de colágeno em níveis saudáveis e retardar o aparecimento de novos sinais de envelhecimento.

Tratamento personalizado:

A tecnologia de laser Fotona, que possui diferentes ponteiras e profundidades de penetração, permite que os tratamentos sejam altamente personalizados. Cada protocolo de tratamento deve ser cuidadosamente desenhado pelo médico para atender às queixas específicas de cada paciente, garantindo que as necessidades individuais sejam atendidas de maneira eficaz.

O papel da prevenção e reposição do colágeno

Enquanto o laser é eficaz na estimulação da produção de colágeno, a prevenção e a manutenção dos níveis de colágeno são igualmente importantes. O gerenciamento do envelhecimento deve incluir estratégias de reposição de colágeno, como o uso de suplementos, cremes tópicos, e uma dieta rica em nutrientes que suportam a saúde da pele. A combinação dessas estratégias com tratamentos a laser pode proporcionar resultados ainda mais duradouros e eficazes.

O impacto do laser nas células da pele

O laser, ao induzir uma inflamação controlada nas células da pele, não apenas estimula o colágeno, mas também melhora a elasticidade e a textura da pele. Essa resposta inflamatória leva à produção de novas fibras de colágeno e elastina, componentes críticos para a firmeza e resiliência da pele. Com o tempo, a pele tratada com laser mostra uma redução significativa em rugas, melhora da flacidez e uma aparência mais jovem e revitalizada.

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Áreas e problemas que o laser resolve

Entre os principais benefícios dos tratamentos a laser, destacam-se:

Efeito Lifting: Proporciona um lifting não cirúrgico, firmando a pele e redefinindo os contornos faciais.

Lábios e Olhos: Melhora a definição dos lábios e levanta as sobrancelhas, proporcionando um olhar mais aberto e rejuvenescido.

Qualidade Geral da Pele: Melhora a textura, reduz manchas e descolorações, e promove uma pele mais uniforme e radiante.

Poros Abertos: O laser Fotona é particularmente eficaz no tratamento de poros abertos. Ele atua estimulando a produção de colágeno ao redor dos poros, o que ajuda a apertar e reduzir o tamanho dos poros, resultando em uma pele mais lisa e refinada. Esse processo é gradual, e o fechamento dos poros contribui significativamente para uma aparência mais uniforme e jovem da pele.

A importância da correção e prevenção

O laser não apenas corrige imperfeições existentes, mas também desempenha um papel vital na prevenção do envelhecimento. Ao manter a produção de colágeno em níveis adequados e promover a renovação celular, os tratamentos a laser ajudam a preservar a juventude e a saúde da pele a longo prazo. Incorporar o laser em um regime de cuidados com a pele é uma abordagem eficaz para garantir uma pele saudável, radiante e resistente ao envelhecimento.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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