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WTC Woman: Innovation in Action reúne mulheres em encontro em Brasília

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WTC Woman: Innovation in Action reúne mulheres em encontro em Brasília
Redação GPS

WTC Woman: Innovation in Action reúne mulheres em encontro em Brasília

Nesta terça-feira (6/8), o World Trade Center (WTC) Woman promoveu um encontro exclusivo para mulheres no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O evento, que reuniu aproximadamente 50 convidadas, contou com a presença da Lindalia Sofia, CEO Ions e Hacking.Rio, Embaixadora Global Woman in Tech e Conselheira Editorial MIT Technology Review.

A palestrante falou sobre como transformar ferramentas e conceitos de inovação em melhoria de negócios e desenvolvimento pessoal, inclusive para que as mulheres assumam com maior abrangência cargos de lideranças nas empresas. “Para mim, a inspiração para o protagonismo feminino também vem de outras mulheres, desde a minha mãe a outras executivas e investidoras. Então a gente sabe que quando uma mulher cresce, todas crescem”, afirma Lindalia.

A presidente do WTC, Daniella Abreu, ressaltou que o ambiente do WTC é fundamental para as mulheres, já que se trata do maior clube de negócios do mundo. “O World Trade Center foi fundado pela família Rockefeller nos Estados Unidos e hoje está presente em mais de 320 cidades e 90 países do mundo. Então, aqui no Biotic em Brasília, estamos com o projeto de uma nova sede do World Trade Center no Brasil, que conecta então a capital brasileira com o resto do mundo. O projeto tem mais 120 mil metros quadrados de um centro comercial, residencial, shopping, hotel e centro de eventos”, destaca.

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A presidente do WTC Woman, Virginia Peluffo, esclarece que o projeto do WTC será entregue em etapas na capital federal e a iniciativa voltada para mulheres é uma das ações para estreitar os laços por intermédio do Business Club. “Hoje é o primeiro evento que a gente faz do WTC Woman aqui e estamos com casa cheia. Foi o primeiro evento e foi um sucesso”, finaliza.

WTC – O World Trade Center Association oferece uma rede global de contatos que supera 15 mil profissionais espalhados em mais de 320 cidades pelo mundo. Essa equipe possui a expertise em inteligência de mercado e identifica oportunidades mais promissoras de negócio. A organização também oferece suporte operacional em todas as etapas da internacionalização, desde a adequação legal e regulatória até logística e gestão da cadeia de suprimentos. Há, ainda, a realização de eventos de networking e conteúdos focados para manter os associados atualizados sobre as últimas tendências e práticas do comércio internacional. A instituição estimula, ainda, ações para oportunidades de comércio e investimento voltados a promotores imobiliários comerciais, agências de desenvolvimento econômico e empresas que procuram conectar-se globalmente e prosperar localmente.

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Serviço
wtccuritiba.com.br/wtc-brasilia

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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