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BRB alcança R$ 2 bilhões em ativos sob custódia via plataforma digital de investimentos

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BRB alcança R$ 2 bilhões em ativos sob custódia via plataforma digital de investimentos
Redação GPS

BRB alcança R$ 2 bilhões em ativos sob custódia via plataforma digital de investimentos

O BRB atingiu R$ 2 bilhões em Ativos sob Custódia em sua plataforma digital de investimentos. O marco representa um crescimento de 100% em relação ao início do ano. Esse volume foi atingido por meio da oferta de produtos e serviços com taxas exclusivas para os clientes BRB .

É o caso das letras de crédito agrícola (LCA) e imobiliário (LCI). O BRB se compromete com a oferta das melhores taxas para os clientes da Plataforma. Para o Dia dos Pais, por exemplo, as taxas disponibilizadas são, respectivamente, de 98% e 97%, equivalendo a até 122,5% do CDI. A promoção vai até 12/8.
Com todos esses diferenciais, os números com relação à movimentação financeira não podiam ser outros: só no 1º semestre deste ano, a plataforma movimentou R$ 510,2 milhões em produtos de emissão do BRB. Houve, ainda, crescimento de volume de custódia dos fundos abertos de R$ 2,3 bilhões para R$ 3,2 bilhões.
O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirma que os números refletem a confiança dos investidores e o reconhecimento da disponibilização de portfólio diversificado e de uma experiência diferenciada em toda a jornada de atendimento. “Os serviços da plataforma posicionam o BRB como referência entre os melhores players do mercado também em relação à oferta de produtos de investimento”, garantiu.
Com mais de 122,5 mil contas abertas em três anos, desde o seu lançamento, a plataforma segue na expansão do seu alcance e no fortalecimento das relações com os clientes por meio da promoção da educação financeira e de um ecossistema financeiro mais inclusivo. No portfólio estão mais de 600 produtos, com opções para clientes institucionais e de varejo, além do home broker, que permite ao investidor operar diretamente no mercado de ações.
Novas funcionalidades também chegarão ao App BRB Investimentos, ainda neste semestre, com o objetivo de melhorar a jornada do cliente de cada um dos perfis de investimento. Destaque para o BRB Rende Mais, que tem foco nos clientes que ainda não possuem familiaridade com o mercado de investimentos, além do BRB Mix Invest, que ajudará os clientes na seleção entre as opções de investimento da plataforma.
Os serviços da plataforma digital de investimentos contribuem, ainda, para a diversificação da base de clientes do Banco e para o seu processo de expansão física e digital.
Atualmente, o BRB possui 7,8 milhões de clientes e presença em 93% do território nacional.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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