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Maximize a Rentabilidade na Pecuária com o Manejo Eficiente das Pastagens

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Para garantir a rentabilidade na pecuária, um planejamento cuidadoso do uso e manejo das pastagens é essencial. Com a aplicação de tecnologias adequadas e o manejo eficiente de fertilizantes, é possível aumentar a eficiência das áreas de pastagem com um investimento relativamente baixo, promovendo maior ganho de peso dos animais e melhor retorno financeiro.

Um projeto bem estruturado e de longo prazo começa com um planejamento sólido. Com uma escolha adequada, as decisões tornam-se mais assertivas, a trajetória se torna mais segura e as chances de alcançar economia ou maior lucratividade aumentam consideravelmente. No setor pecuário, essa realidade não é diferente, especialmente diante de margens apertadas, altos custos dos principais insumos e a queda no preço da arroba em relação ao ano passado.

Luiz Vezozzo, gestor do programa na Harvest Agro, destaca que, apesar das condições naturais do Brasil, como clima e solo favoráveis, a declínio na fertilidade dos solos ao longo do tempo exige a adoção de tecnologias para manter a competitividade na produção de carne bovina. “Temos observado que alguns pecuaristas enfrentam baixa produtividade devido à falta de tecnologia. No entanto, com as ferramentas corretas, a pastagem pode se tornar um investimento altamente rentável”, afirma Vezozzo.

O Programa Pasto Forte da Harvest Agro é uma das soluções mais eficazes disponíveis. Este programa oferece diversos benefícios, incluindo aumento na disponibilidade de massa seca (MS), maior concentração de nutrientes na folha e redução de custos em comparação com outras tecnologias. Além disso, o Pasto Forte promove um efeito antiestresse na pastagem, devido ao equilíbrio de aminoácidos livres, hormônios, tanino e lignina, que auxiliam na recuperação da planta após estresses como o uso de herbicidas e períodos de seca.

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Composto por cinco produtos—Stimullum, Impact, Pasto Max, Guepardo e N32—o Pasto Forte é descrito por Vezozzo como um programa completo, contendo macro e micronutrientes essenciais, aminoácidos e extrato de algas que garantem um efeito residual pós-primeiro corte. O protocolo também oferece resultados rápidos, com duas aplicações em fases distintas. “Em 40 dias, é possível reintroduzir os animais na pastagem tratada. A absorção dos nutrientes é mais eficaz graças à tecnologia empregada, e são poucas as empresas que oferecem essas soluções foliares”, conclui Vezozzo.

Resultados Comprovados e Benefícios Financeiros

Os resultados obtidos nas áreas onde o protocolo foi utilizado mostram uma maior eficiência e distribuição de nutrientes nas plantas, resultando em pastagens mais saudáveis e produtivas. “O protocolo também proporciona melhor compatibilidade de mistura no pulverizador, melhor enraizamento e maior massa de peso, o que se traduz em maior lucratividade para o pecuarista”, destaca Vezozzo.

Um estudo realizado em uma fazenda no Noroeste do Paraná evidenciou que a aplicação do protocolo resultou em um aumento de 55% no peso do capim. Após desidratação, a pastagem tratada apresentou 47% a mais de peso em matéria seca, comprovando um retorno significativo sobre o investimento.

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Para avaliar a viabilidade econômica, considere o aumento na produção de capim por hectare e a consequente maior lotação de animais. Supondo um arrendamento de pastagem de 20% do valor da arroba por cabeça/mês e uma cotação de R$230, o valor do arrendamento seria R$46 por cabeça/mês. Com o aumento da lotação de 1,2 UA (Unidade Animal) por hectare para 1,76 UA devido ao uso da tecnologia, o ganho financeiro seria de R$25,94 por hectare por mês. Ao longo de 12 meses, o pecuarista teria um adicional de R$311,00 por hectare com um investimento de R$185,00 por hectare no protocolo. “Cada R$1,00 investido no protocolo resultaria em um retorno de R$1,68, um valor que supera amplamente qualquer aplicação financeira segura”, conclui Vezozzo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado

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Dólar cai com redução das tensões geopolíticas

O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.

Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.

Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.

Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda

Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.

Os dados indicam que:

  • O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
  • O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas

Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.

Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana

O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.

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De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.

Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.

Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar

Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.

O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.

Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.

Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção

Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.

O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.

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A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.

Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança

Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.

Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:

  • Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
  • Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
  • Turbulências políticas internas nos EUA
  • Níveis elevados de déficit público

Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.

Mercado global segue sensível a dados e geopolítica

O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.

Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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