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Corteva Agriscience Lança Programa de Incentivos no Congresso Andav 2024 para Fortalecer o Poder de Compra de Agricultores e a Negociação de Distribuidores

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A Corteva Agriscience está mais uma vez à frente da inovação no setor agrícola, apresentando no Congresso Andav 2024 o Programa de Incentivos Lidera. O evento, promovido pela Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), ocorre de 6 a 8 de agosto em São Paulo (SP). Este novo programa visa proporcionar aos distribuidores e produtores uma gama de benefícios que prometem transformar a forma como a empresa se relaciona com seus parceiros.

O Programa de Incentivos Lidera foi desenvolvido para maximizar os resultados dos produtores e impulsionar as vendas dos distribuidores. “Nossa equipe dedicou anos para entender as necessidades dos produtores e criar uma solução que facilite sua tomada de decisão. O programa permite que os pontos gerados com a compra dos produtos Corteva sejam automaticamente registrados, oferecendo ao produtor a liberdade de escolher como utilizar seus pontos através de um site intuitivo”, explica Débora Lima, responsável pela Comunicação dos Programas de Incentivos na Corteva Agriscience.

Benefícios Exclusivos para Produtores e Distribuidores

A cada aquisição de insumos, os pontos acumulados pelos produtores podem ser convertidos em benefícios diversos, como cashback, vouchers para produtos, cupons de desconto, ou um cartão pré-pago para uso livre. Além disso, os participantes têm acesso a um catálogo com mais de 1 milhão de itens e a um serviço exclusivo de concierge que auxilia em todas as demandas da propriedade, desde a compra de máquinas até a personalização de itens.

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Os distribuidores também se beneficiam do programa, que inclui suporte integral para escoamento de estoque e ferramentas de negociação subsidiadas pela Corteva. O programa não só melhora a relação com o cliente, mas também facilita a fidelização através de um sistema simples e inovador.

Soluções Abrangentes para a Agricultura

Durante o Congresso Andav 2024, a Corteva apresentará seu portfólio completo de soluções agrícolas, que visa maximizar a produtividade das lavouras brasileiras. Serão destacados lançamentos das marcas de sementes Pioneer®, Brevant® e Cordius® (licenciamento de soja), além do Sistema Enlist®. Este sistema, que está em sua quarta safra, combina Sementes e Biotecnologia, Herbicidas e Genética de Alta Produtividade com Boas Práticas Agrícolas. As sementes Enlist E3® são tolerantes aos herbicidas Enlist® Colex-D®, glifosato e glufosinato de amônio, e as Conkesta E3® oferecem proteção adicional com proteínas Bt (Cry1F e Cry1Ac) contra as principais lagartas da soja.

Outra inovação importante é o Utrisha™ N, um fixador biológico de nitrogênio que, após atuar com sucesso na cultura de milho, agora está disponível para soja e batata. Desde sua criação em 2019, a Corteva tem investido significativamente em soluções biológicas, incluindo aquisições estratégicas como as da Symborg e Stoller, reforçando seu compromisso com práticas agrícolas sustentáveis e eficazes.

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A Corteva também se destaca em Tratamento de Sementes, oferecendo um portfólio diversificado de fungicidas, inseticidas, bionematicidas e bioestimulantes. Todo o portfólio está integrado ao Seed Apply Technologies (SAT), que visa maximizar a produtividade e lucratividade das lavouras, promovendo um desenvolvimento saudável das plantas através de tecnologias avançadas e testes rigorosos no CSAT (Centro de Tecnologia para Tratamento de Sementes).

Na área de Proteção de Cultivos, os produtores poderão explorar as soluções desenvolvidas com anos de pesquisa, cobrindo fungicidas, herbicidas e inseticidas que atendem às necessidades de diversos tipos de culturas, incluindo soja, milho, sorgo, algodão, cana, e hortifrúti, entre outros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Segunda safra de milho deve alcançar 115,8 milhões de toneladas, mas rentabilidade preocupa produtores

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A segunda safra de milho 2025/26 confirma o elevado potencial produtivo do agronegócio brasileiro, mas também evidencia os desafios enfrentados pelos produtores ao longo da temporada. Após a conclusão do Rally da Safra, a Agroconsult revisou para cima sua estimativa para a produção nacional da safrinha, projetando uma colheita de 115,8 milhões de toneladas.

Embora o volume represente uma recuperação em relação à estimativa inicial de 112 milhões de toneladas divulgada em maio, o resultado permanece abaixo das 125,3 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.

A revisão incorpora as informações coletadas pelas equipes técnicas em campo e as análises de imagens de satélite realizadas pela plataforma CropData, utilizada para monitoramento e classificação das áreas cultivadas.

Calendário de plantio definiu o desempenho das regiões produtoras

Segundo o levantamento, o comportamento da safra foi bastante heterogêneo entre os principais estados produtores, refletindo principalmente o impacto do calendário de plantio e das condições climáticas.

As regiões com melhor desempenho foram o Médio-Norte e Oeste de Mato Grosso, Sul de Mato Grosso do Sul, Oeste do Paraná e Sul de São Paulo. Nessas áreas, o plantio ocorreu dentro da janela considerada ideal, favorecendo o desenvolvimento das lavouras e garantindo elevados índices de produtividade.

Em um segundo grupo aparecem Maranhão, Piauí, Tocantins, Norte do Paraná, Sudoeste paulista e parte do Leste de Mato Grosso. Nessas regiões, atrasos na implantação das lavouras aumentaram os riscos, embora o potencial produtivo tenha permanecido satisfatório.

Já Goiás, Sudeste de Mato Grosso, Norte de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais concentraram os maiores impactos negativos da temporada. O plantio fora da janela ideal coincidiu com a interrupção antecipada das chuvas entre abril e maio, reduzindo tanto a área cultivada quanto a produtividade.

Área cultivada permaneceu praticamente estável

A área nacional destinada ao milho segunda safra foi estimada em 18,2 milhões de hectares, mantendo estabilidade em relação ao ciclo anterior.

Apesar disso, houve diferenças significativas entre os estados. Mato Grosso ampliou sua área em 2%, Mato Grosso do Sul registrou crescimento de 5,2%, Paraná avançou 4,2% e Rondônia expandiu 10,3%.

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Em sentido contrário, Goiás reduziu a área plantada em 5,9%, Minas Gerais teve retração de 4,7% e a região do MATOPIBA registrou queda de 9,1%.

As condições climáticas tiveram papel decisivo ao longo da temporada. O excesso de chuvas em março atrasou a semeadura em diversas regiões, enquanto a seca registrada entre abril e maio comprometeu o enchimento dos grãos em importantes áreas produtoras do Centro-Oeste. As precipitações observadas em junho contribuíram para amenizar parte das perdas, mas não foram suficientes para recuperar plenamente o potencial produtivo.

Mato Grosso lidera produtividade; Goiás registra maior queda

Entre os estados avaliados pelo Rally da Safra, Mato Grosso apresentou novamente os melhores indicadores de produtividade, com média de 130 sacas por hectare, apenas 1,4% abaixo da safra anterior.

O bom desempenho foi impulsionado principalmente pelas regiões Médio-Norte e Oeste, onde o calendário agrícola favoreceu elevada população de plantas e excelente formação das espigas.

Em Goiás, entretanto, o impacto climático foi um dos mais severos da temporada. A produtividade média caiu para 83 sacas por hectare, retração de 34,6% em relação ao ciclo anterior.

No Mato Grosso do Sul, a média ficou em 99,3 sacas por hectare, beneficiada pelo desempenho das áreas do Sul do estado. Já o Paraná alcançou produtividade média de 97,9 sacas por hectare, com destaque para a região Oeste.

Em Minas Gerais, a redução da produtividade foi de 22,2%, enquanto a região do MATOPIBA registrou retração de 14,9%.

Segundo André Debastiani, coordenador do Rally da Safra, o elevado volume de produção não significa necessariamente maior rentabilidade ao produtor.

“A produção brasileira continua expressiva, mas é importante diferenciar volume produzido de resultado econômico. Nessa safra, o produtor enfrentou uma combinação de custos elevados e preços pressionados, o que reduz a rentabilidade da atividade.”

Produção total de milho é revisada para 144,1 milhões de toneladas

Com a atualização dos números da segunda safra, a produção total de milho do Brasil em 2025/26 passou a ser estimada em 144,1 milhões de toneladas, acima da projeção de 140,5 milhões divulgada em maio.

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Mesmo assim, o volume permanece inferior às 152,3 milhões de toneladas registradas na temporada anterior.

A área total cultivada com milho no país alcança 22,6 milhões de hectares.

Mercado interno ganha força, mas exportações enfrentam maior concorrência

No mercado doméstico, o crescimento do consumo pela indústria de ração animal e pela produção de etanol de milho continua sustentando a demanda.

Por outro lado, o ambiente internacional tornou-se mais competitivo. A expectativa de grandes colheitas nos Estados Unidos e na Argentina amplia a oferta global e tende a pressionar as exportações brasileiras, limitando o potencial de recuperação dos preços.

Além disso, a colheita ainda em andamento em áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul mantém produtores atentos às condições climáticas, especialmente ao risco de frio sobre lavouras em fase de enchimento de grãos.

Rally da Safra realizou maior expedição da história

A edição 2026 do Rally da Safra percorreu mais de 104 mil quilômetros entre janeiro e junho, mobilizando 23 equipes técnicas — sendo 17 dedicadas à soja e seis ao milho.

Durante a expedição foram avaliadas aproximadamente 2,5 mil lavouras e quase 44 mil pontos georreferenciados em todas as principais regiões produtoras do país, tornando esta a maior operação já realizada pelo levantamento.

Perspectivas

A tendência para os próximos meses é de manutenção de uma oferta elevada de milho no mercado interno, favorecida pelo avanço da colheita da segunda safra. O consumo doméstico deve continuar aquecido, impulsionado principalmente pelos setores de proteína animal e etanol de milho.

No entanto, a rentabilidade do produtor seguirá pressionada pelo elevado custo de produção e pela concorrência internacional, especialmente diante das grandes safras previstas nos Estados Unidos e na Argentina. Nesse cenário, o comportamento do câmbio, da demanda externa e da logística de exportação será determinante para a formação dos preços ao longo do segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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