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Desempenho do frango abatido na 31ª semana de 2024, passagem de julho para agosto

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O frango abatido encerrou julho e entrou em agosto com a mesmíssima cotação de 30 dias antes. E só no encerramento da semana (2) apresentou maior firmeza de mercado, sinalizando que a semana corrente será bem mais dinâmica. Não só porque é o período de chegada dos salários ao mercado, mas também porque marca o fim definitivo das férias (muita despensa foi recomposta no último fim de semana) e, sobretudo, porque é a semana preparatória do Dia dos Pais.

Por ora, nada mudou: a média registrada nos dois primeiros dias de negócios de agosto continuou em queda, recuando ao menor nível dos últimos 10 meses, ou seja, desde novembro de 2023. É um resultado que tende a mudar no decorrer desta semana, mas por enquanto se encontra 0,25% abaixo da média de julho passado.

O que caiu significativamente foi a valorização em relação a agosto de 2023. No mês passado, mesmo retrocedendo ao menor valor do ano, o frango abatido registrou valorização anual superior a 25%. No momento ela não chega a 15%, devendo se manter aproximadamente nesse nível na média de agosto e sofrer novas reduções nos próximos meses. Não porque o frango esteja sujeito a desvalorizações, mas em decorrência dos fortes ganhos obtidos pelo produto no segundo semestre de 2023.

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A despeito da expectativa de melhores momentos para o frango abatido, não mudam as tendências em relação ao frango vivo disponibilizado pelos produtores independentes. Com certeza mais do que antes, o mercado deve se manter firme, mas – ao menos por ora – sem perspectivas de mudança nas cotações vigentes – R$5,30/kg no mercado paulista; R$5,20/kg no mercado mineiro.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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