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Grano Alimentos Lança Seu Primeiro Relatório de Sustentabilidade Após Captação de R$ 70 Milhões em CRA

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A Grano Alimentos, líder na produção de vegetais congelados no Brasil, anunciou o lançamento de seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, marcando um novo marco em sua jornada rumo à excelência em práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). A empresa fez este anúncio após a recente captação do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) Social no valor de R$ 70 milhões.

Desenvolvido segundo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) versão 2021 (GRI 2-3), o relatório documenta as iniciativas da Grano voltadas para os pilares ambiental, social e de governança corporativa. Entre os destaques estão o uso exclusivo de fontes de energia elétrica 100% renováveis e a obtenção da certificação BRCGS com nota máxima, além de um quadro de colaboradores composto por 55% de mulheres, com 39% delas ocupando cargos de liderança.

O relatório também revela o sucesso da empresa em expandir sua presença a mais de 60 mil pontos de venda em 2023. A Grano Alimentos define novas metas para os próximos anos, incluindo a realização de um inventário de gases de efeito estufa e a definição de metas de redução em 2024, a implementação de um programa de gestão energética até 2025 e a meta de atingir 50% de mulheres em cargos de liderança até 2028.

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“Sempre nos preocupamos em produzir alimentos saudáveis de maneira sustentável, respeitando as questões ambientais e sociais e construindo uma governança sólida, íntegra, justa e transparente. A publicação deste relatório é a formalização das práticas que aplicamos desde nossa fundação”, afirmou Michele Lopes, Diretora de Sustentabilidade da Grano Alimentos.

A responsabilidade social é outro pilar importante para a Grano. Durante a crise das fortes chuvas no Rio Grande do Sul, a empresa promoveu diversas ações de apoio, incluindo doações de alimentos, produtos de higiene e água, além de cobertores. Também foram implementadas medidas para ajudar diretamente os setores comercial e agrícola, e a campanha “Produto Gaúcho” foi lançada para estimular a venda de produtos regionais e apoiar a economia local.

O Relatório de Sustentabilidade da Grano Alimentos reflete o compromisso contínuo da empresa com a prática responsável e o desenvolvimento sustentável, destacando seu papel como referência no setor de vegetais congelados e em iniciativas de ESG.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ácaro-rajado no mamão: praga pode reduzir produtividade e exige manejo integrado no pomar

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A presença do ácaro-rajado (Tetranychus urticae) tem se consolidado como um dos principais desafios fitossanitários na cultura do mamoeiro. A praga compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a produtividade e pode gerar perdas significativas na qualidade dos frutos, especialmente em períodos de clima quente e seco.

Os danos começam com manchas amareladas nas folhas, evoluindo para necrose, desfolha intensa e redução do tamanho dos frutos. O resultado é queda direta na produtividade e na padronização comercial do mamão.

Segundo especialistas, o ácaro pode ocorrer durante todo o ano, com maior pressão em condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento. O inseto se instala inicialmente na face inferior das folhas, próximo às nervuras, e rapidamente se espalha pela planta quando não controlado.

Manejo do ácaro-rajado no mamão exige atenção constante do produtor

De acordo com orientações técnicas compartilhadas por Alexandre Hanazaki, gerente de desenvolvimento de produtos da East-West Seed, o controle eficiente do ácaro-rajado depende de um conjunto de práticas preventivas e monitoramento frequente da lavoura.

1. Eliminação de plantas daninhas

O primeiro passo no manejo é a eliminação de plantas daninhas, que podem servir de hospedeiras para o ácaro-rajado.

A manutenção da área limpa reduz a pressão da praga e diminui a chance de reinfestação no pomar de mamão.

2. Monitoramento constante das folhas

O acompanhamento frequente da lavoura é fundamental para identificar precocemente a presença do ácaro.

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A recomendação é observar principalmente a face inferior das folhas, onde a praga se concentra inicialmente. Ao identificar a infestação, o controle deve ser iniciado de forma imediata e em área total.

3. Escolha de materiais mais tolerantes

O uso de variedades mais tolerantes também é uma estratégia importante no manejo integrado.

A cultivar Sabrosa, da East-West Seed, é citada como alternativa com maior tolerância ao ácaro-rajado. Segundo a empresa, o material apresenta maior massa foliar e folhas mais espessas, o que dificulta o ataque da praga.

4. Uso correto de defensivos e equilíbrio nutricional

O controle químico deve ser realizado com produtos registrados para a cultura do mamão, priorizando estratégias adequadas de manejo.

Produtos como enxofre e calda sulfocálcica podem atuar como repelentes, além da possibilidade de adoção de controle biológico.

Por outro lado, o uso de piretróides e organofosforados deve ser evitado, pois pode afetar inimigos naturais e favorecer o desequilíbrio populacional do ácaro-rajado.

Outro ponto de atenção é a nutrição da planta: o excesso de nitrogênio pode favorecer o desenvolvimento da praga, exigindo manejo equilibrado.

Variedade Sabrosa se destaca por produtividade e qualidade de frutos

Além da tolerância ao ácaro-rajado, o mamão Sabrosa apresenta outras características agronômicas relevantes, segundo a empresa.

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Entre os principais destaques estão o maior vigor vegetativo, melhor enfolhamento e tolerância a doenças foliares como pinta-preta e mancha-de-corynespora.

Outro diferencial é o porte baixo das plantas, que facilita a colheita manual por mais tempo, reduzindo custos operacionais em comparação a variedades mais altas, que exigem estruturas auxiliares para colheita.

Padronização e precocidade aumentam eficiência comercial

A cultivar também se destaca pela alta padronização dos frutos, reduzindo perdas por variação de tamanho e facilitando a comercialização em caixas, modelo predominante no mercado.

Segundo Hanazaki, essa uniformidade melhora a eficiência logística e a aceitação comercial do produto.

A precocidade é outro ponto forte: as plantas iniciam a floração cerca de 30 dias após o transplantio, com início da colheita em aproximadamente seis meses.

Além disso, os frutos apresentam boa qualidade sensorial, com polpa de coloração atrativa e sabor valorizado pelo mercado consumidor.

Manejo integrado é decisivo para proteger a safra de mamão

O controle do ácaro-rajado exige estratégia integrada, combinando monitoramento, manejo cultural, uso correto de defensivos e escolha de materiais mais tolerantes.

Em um cenário de alta exigência de qualidade e produtividade, a adoção dessas práticas é fundamental para reduzir perdas e garantir maior rentabilidade ao produtor de mamão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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