AGRONEGÓCIO

Nimaxxa da UPL: Primeiro Bionematicida Bioestimulante Registrado no Brasil

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A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), uma fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, alcançou um marco significativo ao obter o registro do primeiro bionematicida bioestimulante agrícola no Brasil. O produto, chamado Nimaxxa, que já era conhecido como um nematicida biológico, agora também é reconhecido como bioestimulante, após testes e validações que comprovaram sua eficácia na estimulação do crescimento das plantas e aumento da produtividade dos cultivos. O novo registro foi oficializado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O Nimaxxa faz parte do portfólio da Natural Plant Protection (NPP), a unidade de negócios da UPL especializada em biossoluções. O produto é composto por três cepas de bactérias do gênero Bacillus: B. paralicheniformis, B. paralicheniformis e B. subtilis. Essas cepas, exclusivas da UPL, atuam de maneira complementar para oferecer tanto proteção quanto estimulação ao crescimento das plantas.

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Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, destaca: “Esta conquista é um reflexo de nossa estratégia contínua em desenvolver soluções focadas no agricultor, cuja missão é produzir para alimentar o planeta. Este marco não só evidencia o potencial e a robustez de Nimaxxa, como também reforça a meta global da UPL de ser líder em sustentabilidade, tecnologia e inovação.”

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Bruno Carloto, gerente de tratamento de sementes e saúde do solo da UPL Brasil, complementa: “Nimaxxa é uma demonstração concreta do conceito exclusivo da UPL, o OpenAg, que nos transforma em uma rede colaborativa e aberta de inovação agrícola. Esta biossolução representa um avanço tecnológico significativo, proporcionando estimulação que realmente resulta em maior produtividade de forma sustentável. O novo registro é um reflexo de nosso consistente investimento e pioneirismo no setor.”

Carloto explica que as três cepas biológicas no Nimaxxa colonizam rapidamente as raízes das plantas, formando um biofilme que persiste durante todo o ciclo da cultura. Esse biofilme protege as plantas contra principais nematoides, como o nematoide do cisto, das galhas e das lesões, além de oferecer um efeito bioestimulante, conforme comprovado pelo registro obtido junto ao Mapa após o rigoroso processo regulatório.

Uma vantagem adicional do Nimaxxa é sua validade de 2 anos sem necessidade de refrigeração, um avanço tecnológico notável para produtos biológicos. Além disso, possui alta compatibilidade com insumos químicos, podendo ser misturado com todos os tratamentos de sementes disponíveis no mercado. Sementes tratadas com Nimaxxa, resultado de uma colaboração entre UPL e Novonesis, uma empresa global especializada em biossoluções, podem ser armazenadas por até 6 meses sem perda de viabilidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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