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Clima e Safra Brasileira Impulsionam Alta do Açúcar nas Bolsas Internacionais

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Os contratos futuros de açúcar registraram alta nas bolsas internacionais na última segunda-feira (29), impulsionados pela evolução da safra brasileira e preocupações com as condições climáticas na região Centro-Sul do país. A possibilidade de um evento climático La Niña, ainda que menos intenso, mantém os produtores atentos.

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, grandes fornecedores como Brasil, Índia e Tailândia mostram uma baixa correlação entre os padrões de precipitação e os efeitos de La Niña. Isso sugere que um La Niña menos severo pode favorecer a recuperação da oferta global de açúcar, resultando em preços mais equilibrados.

Mercado Internacional

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto teve uma valorização significativa. O contrato para outubro de 2024 fechou em 19,01 centavos de dólar por libra-peso, um aumento de 59 pontos. O contrato para março de 2025 também subiu, encerrando a 19,32 centavos de dólar por libra-peso, com um ganho de 57 pontos.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco seguiu a tendência de alta. O contrato para outubro de 2024 subiu 10 dólares, finalizando em 536,70 dólares por tonelada. Já o contrato para dezembro de 2024 teve um acréscimo de 9,10 dólares, fechando em 524,90 dólares por tonelada.

Mercado Nacional

O Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal branco apresentou um leve aumento, com as usinas negociando a saca de 50 quilos a R$ 133,19, refletindo uma alta de 0,14%.

Etanol Hidratado

O Indicador Diário de Paulínia apontou uma elevação no preço do etanol hidratado, com o biocombustível sendo negociado a R$ 2.689,00 por metro cúbico, representando um aumento de 0,37%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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