AGRONEGÓCIO

ABS Amplia Bateria de Touros Sindi com Destaques na Produção de Leite no Sertão Brasileiro

Publicado em

A ABS, renomada empresa no setor de genética bovina, anunciou a contratação de dois novos touros da raça Sindi, Pé de Vento D e Quilate D, ambos oriundos da Fazenda Carnaúba, situada em Taperoá, Paraíba. A região é conhecida por ser uma das mais secas do Brasil, com uma média pluviométrica anual de apenas 400 milímetros.

“Nesta região, que abrange o Norte de Minas e todo o Nordeste, as raças zebuínas, como o Sindi, são extremamente adaptadas ao ambiente seco. A ABS se destaca por possuir a melhor bateria de touros Sindi atualmente e continua a renovar constantemente sua linha genética. Por isso, estamos incorporando esses dois novos touros, que representam o que há de mais avançado na raça, especialmente indicados para as áreas do sertão,” afirma Fernando Rosa, Coordenador de Produto e Atendimento ao Cliente Leite da ABS.

abs-touro-pe-de-vento-d

Pé de Vento D: Genética A2A2 e Alta Capacidade de Transmissão de Leite

Pé de Vento D é um touro com genética A2A2, possuindo um PTA (Capacidade de Transmissão de Leite) de 175 kg. Ele é filho de Xeque D, que apresenta um PTA Leite de 278 kg, e de Felicidade D, uma vaca com lactação de 3.197 kg. Quilate D, por sua vez, também possui beta-caseína A2A2, com um PTA Leite de 206 kg, sendo filho de Diamante D, com PTA de 168 kg, e de Iluminada D, uma vaca com lactação de 3.905 kg. Ambos os touros já têm doses de sêmen disponíveis para venda.

Leia Também:  Nova lei vai  fomentar o empreendedorismo em produção agroecológica

abs-touro-quilate-d

Quilate D: Elevada Consistência de Produção Leiteira

“Esses dois reprodutores são provenientes de vacas com uma consistência comprovada na produção leiteira e já são positivos para capacidade de transmissão de leite (PTA). A introdução desses novos touros na bateria da ABS visa reduzir o intervalo de gerações, aumentando a capacidade de transmissão de leite, especialmente no sertão brasileiro,” destaca Fernando Rosa.

Com essa contratação, a ABS reafirma seu compromisso em fornecer soluções genéticas avançadas, promovendo a produtividade e a sustentabilidade na pecuária leiteira, mesmo nas regiões mais desafiadoras do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Porto de Paranaguá amplia exportação de frango com energia renovável e investimentos bilionários em infraestrutura

Published

on

O Porto de Paranaguá reforçou sua posição como principal porta de saída do frango congelado brasileiro para o mercado internacional ao registrar forte movimentação da proteína nos cinco primeiros meses de 2026. O desempenho consolida o complexo portuário paranaense como um dos principais pilares da logística do agronegócio nacional e evidencia os investimentos realizados para ampliar capacidade operacional, eficiência e sustentabilidade.

O crescimento das exportações é sustentado por uma das maiores infraestruturas de armazenagem refrigerada do país. O terminal conta atualmente com um pátio equipado com 5.280 tomadas elétricas destinadas ao abastecimento de contêineres refrigerados (reefers), utilizados no transporte de carnes, pescados e outros produtos perecíveis destinados ao mercado externo.

Energia 100% renovável fortalece competitividade das exportações

Toda a operação de refrigeração do terminal é abastecida por energia elétrica proveniente de fontes renováveis, certificada internacionalmente pelo sistema I-REC (International Renewable Energy Certificate). A iniciativa reduz significativamente as emissões de carbono associadas às operações portuárias e fortalece a estratégia de sustentabilidade adotada pela Portos do Paraná.

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia da Silva, a expansão da estrutura reafirma o compromisso da autoridade portuária em acompanhar o crescimento das exportações brasileiras.

“A consolidação do maior pátio reefer do país em Paranaguá demonstra nossa capacidade de responder rapidamente às exigências do mercado internacional. Aliar eficiência logística ao uso de energia 100% renovável aumenta a competitividade do Paraná e garante uma cadeia de exportação mais limpa, segura e preparada para os desafios globais”, afirma.

Porto acelera transição energética com eletrificação de equipamentos

Além da ampliação da estrutura frigorificada, o complexo portuário iniciou um importante projeto de transição energética.

Leia Também:  Produção de cana-de-açúcar em São Paulo enfrenta queda devido a desafios climáticos

Três RTGs (Rubber Tyred Gantry), guindastes utilizados na movimentação de contêineres, passaram a operar com energia elétrica em substituição ao diesel. O projeto-piloto representa a primeira etapa da eletrificação dos equipamentos do terminal, que atualmente possui 40 máquinas desse tipo em operação.

A iniciativa busca reduzir emissões de gases de efeito estufa, diminuir o consumo de combustíveis fósseis e elevar a eficiência operacional das atividades portuárias.

Nova subestação amplia capacidade energética

Os avanços também incluem a implantação de uma moderna subestação elétrica do tipo GIS (Gas Insulated Substation), tecnologia de alta confiabilidade que melhora a distribuição de energia e oferece maior segurança operacional para atender à crescente demanda logística do terminal.

Nos últimos anos, o grupo CMPort, responsável pela administração do terminal, investiu aproximadamente R$ 500 milhões na modernização da infraestrutura portuária.

Um novo ciclo de investimentos, estimado em cerca de R$ 1,5 bilhão, encontra-se em fase de estruturação e deverá ampliar ainda mais a capacidade operacional do complexo nos próximos anos.

Para Luiz Fernando Garcia da Silva, esses aportes consolidam o planejamento estratégico voltado à modernização do Porto de Paranaguá.

“A modernização energética e os investimentos estruturantes demonstram que Paranaguá está preparado para atender às novas demandas do comércio internacional. Nosso compromisso é garantir que essa expansão ocorra com elevada eficiência operacional, responsabilidade ambiental e maior competitividade para o agronegócio brasileiro”, destaca.

Certificação internacional reforça compromisso ambiental

O terminal também possui certificação ISO 50001, norma internacional voltada à gestão eficiente de energia, e mantém metas permanentes para redução das emissões de gases de efeito estufa e aumento da eficiência operacional.

Leia Também:  Consórcios da Rodobens crescem 94% e se consolidam como alternativa de crédito para o agronegócio

As ações estão alinhadas aos padrões internacionais de sustentabilidade exigidos pelos principais mercados consumidores e fortalecem a imagem do Brasil como fornecedor de alimentos produzidos dentro de critérios ambientais cada vez mais rigorosos.

Logística fortalece exportações do agronegócio

Com estrutura moderna e investimentos contínuos, o Porto de Paranaguá desempenha papel estratégico na logística das exportações brasileiras de proteínas animais, atendendo mercados da Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte.

A combinação entre expansão da capacidade operacional, adoção de energia renovável, modernização tecnológica e novos investimentos posiciona o complexo portuário como uma das principais referências em infraestrutura logística sustentável da América Latina, contribuindo para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no comércio internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA