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Rastreamento Inovador: Parceria entre Cargill, FibreTrace® e Target Garante Transparência no Algodão Brasileiro

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A integração de inovação e sustentabilidade no setor têxtil ganha um novo impulso com a parceria entre a FibreTrace®, a rede de lojas Target Corp. e a Cargill. Esta colaboração visa assegurar a rastreabilidade do algodão brasileiro, especificamente o fornecido pela Bom Futuro, uma referência no agronegócio brasileiro, com uma abordagem voltada para as melhores práticas agrícolas e preservação ambiental.

O acordo marca a introdução de marcadores de origem em 50 mil toneladas métricas de algodão, provenientes tanto dos Estados Unidos quanto do Brasil, no primeiro ano de operação. A tecnologia FibreTrace® será empregada a partir do estágio inicial de descaroçamento do algodão. Neste processo, pigmentos luminescentes são incorporados ao algodão cru, criando uma assinatura exclusiva que permite o acompanhamento da fibra ao longo de toda a cadeia produtiva.

Com esta tecnologia, a Target Corp. poderá rastrear e validar a origem da fibra em tempo real, promovendo maior transparência na cadeia de suprimentos têxtil global. Mitch Standen, chefe para as Américas da FibreTrace®, expressou entusiasmo pela parceria, destacando a importância da inovação e da transparência na verificação da fibra de algodão.

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Para a Bom Futuro, a colaboração reforça o compromisso com a inovação na produção e a adoção de práticas modernas de cultivo e manejo. Roberto Bortoncello, diretor Comercial da empresa, ressaltou que a parceria é um exemplo de como a cooperação entre diferentes partes da cadeia produtiva pode promover avanços significativos em sustentabilidade e inovação.

Bill Foudy, vice-presidente sênior da Target, enfatizou que alcançar visibilidade total sobre a origem do algodão é uma prioridade para as metas de sustentabilidade da empresa. O processo de rastreamento físico e digital, facilitado pela FibreTrace®, permite a verificação em tempo real, com dados armazenados de forma segura no Blockchain e acessíveis através da plataforma FibreTrace® ou de outras plataformas digitais escolhidas pelas marcas.

Fernando Zeferino, gerente Comercial da Cargill, destacou o papel crucial da empresa na implementação da tecnologia FibreTrace® e na entrega do algodão para a Target, sublinhando a importância de uma cadeia de suprimentos rastreável para a transparência e confiança dos consumidores.

Esta colaboração estabelece um marco significativo para as indústrias de algodão e têxtil, oferecendo uma nova ferramenta para a verificação da origem do algodão e fortalecendo a confiança dos consumidores na autenticidade da fibra.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Por que o milho das festas juninas está mais caro mesmo com safra recorde no Brasil? Entenda os fatores por trás do aumento

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O milho é o grande protagonista das festas juninas no Brasil, presente em receitas tradicionais como pamonha, canjica, curau, bolos e na espiga cozida vendida em barracas e quermesses. No entanto, o que chama atenção em 2026 é o contraste entre a abundância da produção agrícola e o preço elevado do alimento nas celebrações.

Mesmo com uma safra recorde, o consumidor final ainda paga caro pelo produto pronto, evidenciando que o valor do milho vai muito além da porteira.

Brasil registra safra recorde, mas preço do milho em grão recua no campo

De acordo com dados do IBGE, a produção brasileira de milho atingiu 141,7 milhões de toneladas em 2025, estabelecendo um novo recorde nacional. O cenário é de ampla oferta do cereal no mercado interno.

No campo, os preços seguem em trajetória de queda. Levantamentos do setor indicam que:

  • O milho em grão acumula queda superior a 4% em 12 meses
  • A saca do cereal registra desvalorização próxima de 10% em relação ao ano anterior

Apesar disso, essa redução não tem sido repassada ao consumidor final que compra o produto pronto nas festas juninas.

Espiga pode custar até R$ 15 em festas juninas pelo país

Enquanto o preço do grão recua, o valor da espiga cozida nas festas juninas segue elevado. Em diferentes regiões do país, os preços variam significativamente:

  • Boa Vista e Recife: cerca de R$ 5 por espiga
  • São Paulo (eventos estruturados): até R$ 15 por unidade
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A diferença evidencia que o custo do milho servido nas quermesses é influenciado por uma cadeia complexa de serviços, e não apenas pelo valor da matéria-prima.

Do campo à festa: cadeia de custos explica distorção de preços

A formação do preço do milho consumido nas festas juninas envolve uma série de etapas além da produção agrícola. Entre os principais fatores estão:

  • Transporte e logística
  • Combustível
  • Gás e carvão utilizados no preparo
  • Mão de obra temporária
  • Aluguel de espaços em eventos
  • Taxas e custos operacionais de festas e quermesses

Esses elementos acabam representando uma parcela significativa do valor final pago pelo consumidor, muitas vezes superior ao custo do próprio alimento.

Qualidade do milho começa no manejo da lavoura

Antes de chegar às festas, o milho depende diretamente das condições de produção no campo. Fatores como fertilidade do solo, disponibilidade de nutrientes e manejo agronômico adequado são determinantes para a qualidade da espiga.

A adubação correta influencia o desenvolvimento da planta, garantindo melhor enchimento de grãos, uniformidade e aparência comercial valorizada no mercado de alimentos.

O fornecimento equilibrado de nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio também impacta diretamente produtividade e qualidade do milho destinado ao consumo humano.

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Fertilidade do solo e tecnologia elevam valor agregado do milho

Segundo o CEO da GIROAgro, Leonardo Sodré, a boa safra não impacta apenas o volume produzido, mas também a necessidade de investimentos em tecnologia e manejo adequado.

“A perspectiva de uma boa safra é importante não apenas para garantir o abastecimento, mas também para estimular investimentos em tecnologia, inovação e desenvolvimento de soluções que aumentem a produtividade e a qualidade das lavouras”, destaca.

Ele ressalta ainda que, no milho destinado ao consumo humano, a fertilização adequada é essencial para garantir padrão comercial e valor agregado.

Milho segue como símbolo cultural e motor econômico das festas juninas

Muito além do campo, o milho ocupa papel central nas celebrações juninas em todo o país, especialmente em estados como Pernambuco, Paraíba, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo.

A cadeia produtiva envolvida nas festas movimenta produtores rurais, cooperativas, distribuidores, supermercados, comerciantes ambulantes, restaurantes e organizadores de eventos.

O resultado é um fenômeno econômico e cultural: mesmo com a queda no preço do grão, o valor final ao consumidor segue elevado, refletindo a complexidade da cadeia entre a produção agrícola e o consumo nas festas populares brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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