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Capal Estabelece Parcerias na Expoleite e Receberá R$ 39 Milhões do Funcafé para Fomento à Cafeicultura

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A Capal Cooperativa Agroindustrial firmou recentemente parcerias com duas instituições financeiras para garantir a liberação de R$ 39 milhões através do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Esse montante será destinado ao fortalecimento da cafeicultura na área de atuação da cooperativa, que abrange o Norte Pioneiro do Paraná e o sudoeste de São Paulo. Aproximadamente 600 cafeicultores associados serão beneficiados por esses recursos.

Durante a 50ª Expoleite, evento que incluiu a primeira edição do Encontro de Cafeicultores, a Capal assinou dois protocolos de intenção com os bancos parceiros. O primeiro, no valor de R$ 30 milhões, foi estabelecido com o Sicredi Novos Horizontes PR/SP, representado pelo seu presidente, Luciano Dias Carneiro Kluppel. Em paralelo, a Capal também firmou um protocolo com o Sicoob Aliança, que aportará R$ 9 milhões para o desenvolvimento da cafeicultura regional, com a presença do superintendente Paulo Ozelame.

Os recursos serão alocados em diversas etapas da cadeia produtiva do café, incluindo cultivo, industrialização, comercialização final e capital de giro. Segundo Amilton Burgo Brambila, Diretor Financeiro da Capal, “A cooperativa capta os recursos e os repassa aos cooperados na forma de insumos, com um prazo de pagamento alinhado à safra. A cooperativa adquire o café do produtor, realiza o beneficiamento e o comercializa em condições vantajosas.”

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Amilton destaca que, além do financiamento para insumos e manutenção das operações, o crédito do Funcafé também oferece vantagens como a ampliação do prazo de pagamento, melhores condições de negociação com fornecedores e a possibilidade de aproveitar oportunidades de mercado. A expectativa da Capal para este ano é comercializar cerca de 1 milhão de sacas de café e captar mais recursos do que os R$ 100 milhões obtidos no ano anterior.

Além das parcerias já formalizadas com o Sicredi e o Sicoob, a Capal recebeu durante a Expoleite o interesse de outras instituições financeiras, como Banco ABC, Banco do Brasil, Bradesco, BRDE, Banco Safra, Banco Votorantim e Banco XP, que se comprometeram a liberar recursos via Funcafé.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Instituto Biológico amplia produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina no Brasil

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A sanidade animal segue como um dos pilares estratégicos da pecuária brasileira, especialmente em um cenário de expansão das exportações de carne e leite e aumento das exigências sanitárias internacionais. Nesse contexto, o Instituto Biológico vem ampliando sua atuação na produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, reforçando o controle sanitário dos rebanhos em todo o país.

Com apoio da Fundepag, o Laboratório de Inovação em Imunobiológicos do instituto já produziu cerca de 30 milhões de testes diagnósticos desde 2021. Os imunobiológicos abastecem programas sanitários em diferentes regiões do Brasil e são utilizados por médicos-veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Os kits fazem parte das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, iniciativa coordenada pelo MAPA para monitoramento e controle dessas doenças que impactam diretamente a produtividade pecuária e a saúde pública.

Diagnóstico sanitário fortalece competitividade da pecuária brasileira

A brucelose e a tuberculose bovina estão entre as principais zoonoses monitoradas no país. Além dos prejuízos econômicos causados pela redução da produtividade dos rebanhos, as doenças podem provocar restrições comerciais, limitar o trânsito de animais e comprometer exportações brasileiras de carne e leite.

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Segundo o médico-veterinário e responsável técnico pelo laboratório, Ricardo Spacagna Jordão, a modernização dos processos produtivos tem sido fundamental para ampliar a eficiência dos diagnósticos e garantir maior confiabilidade nos resultados.

“O objetivo é aplicar tecnologias mais avançadas na produção dos imunobiológicos, garantindo maior pureza, rastreabilidade e segurança sanitária nos testes realizados”, explica.

Tecnologia aumenta precisão dos testes diagnósticos

O sistema utilizado pelo laboratório é baseado em proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, permitindo a identificação de animais infectados sem risco de transmissão da doença.

Segundo Jordão, os imunobiológicos simulam uma resposta imunológica semelhante à infecção real, possibilitando detectar se o animal teve contato com o agente infeccioso.

“As proteínas produzidas pelas bactérias simulam a presença da doença no organismo. Com isso, conseguimos identificar animais infectados utilizando apenas proteínas purificadas, sem qualquer capacidade de causar enfermidade”, destaca.

O diagnóstico pode ser realizado tanto por inoculação quanto por exames sorológicos, aumentando a precisão do monitoramento sanitário nos rebanhos bovinos.

Fundepag impulsiona expansão da capacidade produtiva

A parceria com a Fundepag foi decisiva para ampliar a estrutura operacional do laboratório, incluindo investimentos em infraestrutura, manutenção de equipamentos, contratação de profissionais especializados e expansão da produção.

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De acordo com o Instituto Biológico, o suporte técnico e financeiro permitiu fortalecer a capacidade industrial do laboratório e viabilizar o desenvolvimento de novos kits diagnósticos.

“A parceria contribui diretamente para melhorias estruturais, manutenção da operação laboratorial e fortalecimento das atividades técnicas desenvolvidas pelo instituto”, afirma Jordão.

Sanidade animal ganha importância estratégica no agronegócio

O avanço da produção nacional de kits diagnósticos reforça a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Além de reduzir riscos sanitários e fortalecer o controle epidemiológico, o monitoramento eficiente das doenças bovinas contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Especialistas do setor avaliam que investimentos contínuos em pesquisa, tecnologia laboratorial e biossegurança serão cada vez mais estratégicos para garantir segurança alimentar, ampliar mercados e preservar a credibilidade sanitária da produção pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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