AGRONEGÓCIO

Biossegurança em Fábricas de Rações em Debate no 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Publicado em

A sanidade animal tem se tornado uma prioridade crucial na suinocultura, uma vez que um único incidente de transmissão pode causar sérios impactos às indústrias em todo o país. Nesse contexto, a implementação de programas de biossegurança eficazes é fundamental para garantir a eficiência produtiva e o bem-estar dos animais.

No próximo dia 15 de agosto, às 8 horas, em Chapecó (SC), será realizada a palestra “Biossegurança em fábricas de rações: principais eventos de risco de contaminação do alimento às granjas”. O evento, que faz parte do Painel Biosseguridade do 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), abordará as principais precauções e medidas para evitar a contaminação de ração e garantir a segurança biológica nas fábricas.

O palestrante Gustavo Simão, formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com mestrado em Medicina Veterinária Preventiva e MBA em Gestão Comercial, atuará como gerente de serviços veterinários da Agroceres PIC. Simão também coordena a importação e exportação de animais para intercâmbio genético e oferece suporte em sanidade para clientes da empresa. Em sua apresentação, ele destacará a importância de implementar e manter um programa de biossegurança robusto, enfatizando que isso requer planejamento cuidadoso, políticas claras, disciplina e comprometimento de todos os envolvidos.

Leia Também:  Produção de Carne Suína no Brasil Deve Crescer 2,2% em 2024, Segundo Safras & Mercado

O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, ressalta a necessidade de atenção constante às questões sanitárias: “A saúde animal está diretamente ligada à qualidade e eficiência da produção, bem como à sustentabilidade econômica. Todo cuidado é fundamental para garantir a sanidade.”

Sobre o Evento

O 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), ocorrerá nos dias 13, 14 e 15 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). O evento coincidirá com a 15ª Brasil Sul Pig Fair.

Reconhecido como um dos principais fóruns do setor na América Latina, o SBSS reúne especialistas nacionais e internacionais para aprimorar o conhecimento de médicos veterinários, zootecnistas, consultores, pesquisadores e profissionais da agroindústria, além de produtores rurais e outros envolvidos na suinocultura.

Inscrições

As inscrições para o SBSS estão no segundo lote, com valores de R$ 680,00 para profissionais e R$ 420,00 para estudantes. Os inscritos no Simpósio terão acesso gratuito à Pig Fair. Para participar apenas da 15ª Brasil Sul Pig Fair, o ingresso custa R$ 100,00 até 25 de julho.

Leia Também:  Câmara aprova cadastro nacional para registrar invasões de propriedades

Pacotes com dez ou mais inscrições para o SBSS oferecem códigos-convites bonificados, e há condições especiais para associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e universidades. As inscrições podem ser realizadas no site: www.nucleovet.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

Published

on

Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

Leia Também:  TV Brasil estreia produção mexicana Maria Madalena

Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

Leia Também:  Webinar debate maior operação de combate a incêndios florestais em Mato Grosso

Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA