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Irrigação por Gotejamento da Netafim Transforma a Produção de Cana-de-Açúcar na Estreito Agropecuária

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A Estreito Agropecuária, uma renomada empresa com operações no Nordeste brasileiro, em estados como Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia, tem se destacado na produção de coco e cana-de-açúcar desde a década de 1970. Recentemente, a empresa obteve resultados notáveis após a implementação do sistema de irrigação por gotejamento subterrâneo da Netafim.

O gerente agrícola da Estreito Agropecuária, Jailton de Freitas, relatou um avanço significativo na produção graças à nova tecnologia. Em suas palavras: “Nossa área de produção inclui 3.300 hectares de cana e 250 hectares de coco, com 550 hectares irrigados por gotejamento subterrâneo.” Ele mencionou que a escolha por essa tecnologia foi motivada pelo sucesso observado em projetos semelhantes em outras regiões.

Freitas ressaltou que na região há colegas com sistemas de gotejamento funcionando há 18 anos sem necessidade de renovação ou troca de fita. “A tecnologia não só duplicou a produtividade, mas também prolongou a vida útil dos canaviais, reduzindo a necessidade de renovação em cada ciclo,” afirmou.

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Além disso, a empresa incorporou ferramentas avançadas da Netafim, como o Fertkit e o Netbeat. “Começamos com um projeto piloto de 150 hectares, utilizando gotejamento de 1 litro por hectare. Devido ao solo arenoso, ajustamos para 1,6 litros por hectare nos projetos seguintes,” explicou Freitas. Essa mudança não só melhorou a eficiência na adubação, mas também otimizou o uso de recursos, promovendo uma produção mais sustentável.

João Octávio Countinho, gerente de planejamento e controle da Estreito Agropecuária, elogiou os benefícios da irrigação. “A irrigação duplicou a produtividade da nossa operação de cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte, aumentando a segurança do grupo,” disse. Ele também revelou planos de expandir a irrigação para outras áreas da empresa, incluindo um novo projeto na Bahia nos próximos anos.

A colaboração entre a Estreito Agropecuária e a Netafim não apenas elevou a produtividade e a longevidade das plantações de cana-de-açúcar, mas também reafirmou o compromisso da empresa com a adoção de tecnologias sustentáveis para o avanço agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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