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Diogo Nogueira, Ivete Sangalo e mais artistas agitam a 4ª semana do Na Praia Festival

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Diogo Nogueira, Ivete Sangalo e mais artistas agitam a 4ª semana do Na Praia Festival
Redação GPS

Diogo Nogueira, Ivete Sangalo e mais artistas agitam a 4ª semana do Na Praia Festival

A quarta semana do Na Praia Festival promete agitar a capital com muita música e diversão. Com uma programação recheada de grandes nomes da música brasileira, o evento inspirado na China traz uma mistura de ritmos que promete agradar a todos os gostos.

O complexo vai receber Diogo Nogueira, Jorge Aragão e Grupo Revelação na sexta-feira (19), numa noite dedicada ao samba carioca.

Já no sábado (20), é a vez de Ivete Sangalo subir ao palco e colocar todo mundo para dançar ao som do axé. A cantora promete um show inesquecível, com seus grandes sucessos que marcaram gerações. Além a baiana, completam o line-up do sábado os cantores João Gomes e a Juliette, que lançou um novo trabalho recentemente.

No domingo (21), o sertanejo toma conta do evento com as apresentações de Gustavo Mioto e o projeto “Ao Vivão” de Murilo Huff. Será uma noite especial, com muita animação e romantismo para encerrar o fim de semana em grande estilo.

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Com mais de 100 atrações confirmadas, o Na Praia Festival promete agitar a capital até o dia 14 de setembro. A expectativa é receber mais de 300 mil pessoas ao longo dos três meses de evento. Os ingressos estão disponíveis no site/app R2com.vc e os clientes Banco do Brasil terão 15% de cashback para utilizar no complexo praiano.

Confira abaixo o line up por dia:

Semana 4

19/07: Diogo Nogueira; Jorge Aragão; Grupo Revelação

20/07: Ivete Sangalo; João Gomes; Juliette

21/07: Murilo Huff – Ao Vivão; Gustavo Mioto

Semana 5

27/07: Xand Avião; Felipe Amorim; Papatinho

28/07: Edson Gomes; Tribo de Jah; Armandinho; Maskavo

Semana 6

02/08: Xande Canta Caetano; Alcione; Martinho da Vila

03/08: Pedro Sampaio; Veigh; Yunk Vino; Kyan; MC Luanna

04/08: Dennis; Maiara & Maraísa; Guilherme & Benuto

Semana 7

09/08: Restart; Fresno; Di Ferrero

10/08: BaianaSystem; Djonga; Maneva;

Semana 8

17/08: Luísa Sonza; Gloria Groove; Pabllo Vittar

18/08: Zé Neto & Cristiano; Hugo & Guilherme; Tarcísio do Acordeon

Semana 9

23/08: MC Daniel; MC Ryan SP; MC Livinho; Ryu, the Runner; Rogerinho

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24/08: Bell Marques; Durval Lelys; Timbalada

25/08: Wesley Safadão; Zé Vaqueiro; Eric Land

Semana 10

30/08: Cabaré – Leonardo e Bruno & Marrone

31/08: Matheus & Kauan – Praiou; Matheus Fernandes

01/09: Ana Castela; Mari Fernandez; Luan Pereira

Semana 11

06/09: Capital Inicial; Pitty

07/09: Luan Santana

08/09: Jorge & Mateus; Clayton & Romário; Bruno Rosa

Semana 12

13/09: Gilsons convida Rachel Reis – encerramento da turnê Pra Gente Acordar; Marina Sena

14/09: Henrique & Juliano; Marília Tavares; Rayane & Rafaela

Serviço

Na Praia Festival 2024 – China
Data: 28 de junho a setembro
Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, trecho 2, entre a Agepol e o Centrejufe)
Ingressos: pelo app/site R2 com.vc ou

@napraiafestival

Patrocínio: Banco do Brasil – Old Parr – Bet.Bet – Heineken – Cuidarmais – Giraffas – TIM – Natura

Apoio: Marista – Sol – Coca-Cola – Chandon – Schweppes

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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