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Alta nas Ações de Tecnologia Impulsiona Mercado Chinês; Hong Kong Fecha em Baixa

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As ações na China encerraram a terça-feira em alta, com o setor de tecnologia liderando os ganhos. Os investidores aguardam com expectativa os detalhes das reformas que serão discutidas na reunião do “Terceiro Plenário”, especialmente após a divulgação de uma série de dados econômicos desfavoráveis. Em contraste, as ações em Hong Kong registraram queda.

No segundo trimestre, a economia chinesa apresentou um crescimento abaixo do esperado, impactada por uma retração prolongada no setor imobiliário e pela insegurança no emprego. Esse cenário mantém as expectativas de que o governo de Pequim precisará implementar mais estímulos econômicos.

O Terceiro Plenário deverá apresentar esforços para promover a manufatura avançada, revisar o sistema tributário visando reduzir os riscos de endividamento, gerenciar a crise imobiliária, impulsionar o consumo interno e revitalizar o setor privado. Os detalhes dessas medidas são esperados para quinta-feira.

No fechamento do mercado, o índice de Xangai registrou um aumento de 0,08%, enquanto o índice CSI300, que abrange as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,63%. Por outro lado, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,6%.

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Desempenho dos Índices Asiáticos
  • Tóquio: O índice Nikkei avançou 0,20%, fechando a 41.275 pontos.
  • Hong Kong: O índice Hang Seng caiu 1,60%, terminando a 17.727 pontos.
  • Xangai: O índice SSEC teve alta de 0,08%, encerrando a 2.976 pontos.
  • CSI300: O índice que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen subiu 0,63%, alcançando 3.498 pontos.
  • Seul: O índice KOSPI valorizou-se 0,18%, fechando a 2.866 pontos.
  • Taiwan: O índice TAIEX registrou alta de 0,49%, atingindo 23.997 pontos.
  • Cingapura: O índice Straits Times desvalorizou-se 0,34%, encerrando a 3.487 pontos.
  • Sydney: O índice S&P/ASX 200 recuou 0,23%, fechando a 7.999 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Epagri desenvolve tecnologias para combater a Mancha de Glomerella na macieira e reduzir uso de fungicidas em SC

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Santa Catarina, maior produtor de maçã do Brasil, intensifica investimentos em pesquisa para enfrentar uma das principais ameaças à produtividade dos pomares: a Mancha Foliar de Glomerella. A doença fúngica, que atinge especialmente a variedade Gala durante o verão, provoca queda precoce das folhas, compromete o desenvolvimento das plantas e impacta diretamente a rentabilidade dos produtores.

Nesse cenário, a Epagri, por meio da Estação Experimental de Caçador, no Meio-Oeste catarinense, conduz estudos voltados ao desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis para o controle da doença.

Pesquisa busca novas moléculas e tecnologias de aplicação no campo

As equipes técnicas da Epagri trabalham na identificação de novas moléculas com potencial de controle da Mancha de Glomerella, além da avaliação de fungicidas protetores já existentes e de novas formulações para uso em campo.

Paralelamente, os pesquisadores testam tecnologias de aplicação, como atomizadores e pulverizadores de torre, com o objetivo de reduzir o volume de calda aplicado e melhorar a cobertura nos pomares, aumentando a eficiência das pulverizações e reduzindo desperdícios.

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Segundo o engenheiro-agrônomo e pesquisador Claudio Ogoshi, a doença representa um dos principais desafios da fruticultura brasileira devido ao impacto direto na produtividade e nos custos de produção. A expectativa é que os resultados das pesquisas possam ser incorporados ao manejo dos pomares, tornando a atividade mais sustentável e economicamente viável.

Estudo genético busca resistência duradoura em novas cultivares

Além das soluções químicas e tecnológicas, a Epagri também aposta no melhoramento genético como estratégia de longo prazo. A pesquisa envolve a identificação de genes associados à resistência à doença, com foco na análise transcriptômica de macieiras resistentes.

Essa técnica permite mapear a expressão de genes ativados durante o ataque do fungo, oferecendo uma visão detalhada dos mecanismos naturais de defesa da planta. O objetivo é ampliar a base genética de resistência atualmente utilizada, considerada limitada por depender de poucos genes.

De acordo com o engenheiro-agrônomo e pesquisador Marcus Vinícius Kvitschal, a meta é identificar múltiplos genes de resistência e incorporá-los em novos cultivares por meio de melhoramento convencional, com cruzamentos e seleção de plantas mais resistentes.

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Objetivo é reduzir custos e impacto ambiental na produção

A expectativa dos pesquisadores é desenvolver cultivares de macieira com resistência mais duradoura à Mancha de Glomerella, reduzindo a necessidade de aplicações frequentes de fungicidas — hoje um dos principais desafios do setor produtivo.

Com isso, o sistema produtivo tende a se tornar mais eficiente, com menor custo de produção e menor impacto ambiental, já que a dependência de defensivos químicos pode ser significativamente reduzida.

Para os pesquisadores, a resistência genética é considerada a forma mais eficiente, econômica e sustentável de controle da doença, especialmente diante da agressividade e da dificuldade de manejo da Mancha de Glomerella nos pomares brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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