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Avanços na Identificação de Sintomas da Haste Verde na Soja: Pesquisa Promete Sensor para Manejo Eficiente

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Pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril, em parceria com a Unemat, deram um passo importante na identificação precoce dos sintomas da haste verde na soja, causada pelo nematoide Aphelenchoides besseyi, também conhecido como “Soja Louca II”. A pesquisa focou na análise da reflectância de plantas saudáveis e infestadas, utilizando a espectrorradiometria como ferramenta principal.

Realizado em casa de vegetação, o estudo inoculou plantas de soja com diferentes concentrações do nematoide, monitorando suas assinaturas espectrais. Essas assinaturas, captadas na forma de padrões visíveis nas folhas, foram cruciais para diferenciar as plantas sadias das afetadas.

Segundo a pesquisadora Valéria Faleiro, líder do estudo, este é o primeiro passo para o desenvolvimento de um sensor que poderá revolucionar o manejo das lavouras de soja. A tecnologia promete acelerar o monitoramento em campo, permitindo a identificação rápida de áreas infestadas pelo nematoide e melhorando significativamente o manejo da doença.

A pesquisa agora aguarda a aprovação de um novo projeto para avançar com testes adicionais em casa de vegetação e validar os resultados nas condições reais das lavouras. A doença da haste verde da soja é prevalente em regiões quentes e úmidas como Mato Grosso, Pará, Amapá, Tocantins e Maranhão, podendo causar perdas substanciais na produção agrícola.

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Os sintomas característicos incluem deformações nas folhas, hastes e vagens, evidenciando a importância do sensoriamento hiperespectral para identificação precisa e precoce dos danos na parte aérea das plantas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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