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Probióticos na Agricultura: Como Podem Revolucionar a Saúde e Produtividade Animal

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Imagine um aliado invisível trabalhando incansavelmente para fortalecer e proteger a saúde dos seus animais. Esse é o papel dos probióticos, micro-organismos vivos que, quando administrados corretamente, oferecem benefícios extraordinários ao organismo. Gisele Neri, Gerente de Produtos da Kemin, destaca que “os probióticos, como o Lacticaseibacillus paracasei shirota do Yakult e o Bacillus danregularis do Activia, são conhecidos há anos. Eles fortalecem o sistema imunológico e mantêm uma microbiota saudável para o hospedeiro”.

Ação Específica contra Patógenos

Mais do que defensores passivos, os probióticos possuem mecanismos de ação eficazes e distintos. Segundo Gisele, “algumas bactérias probióticas interferem na reprodução de patógenos, outras afetam seu metabolismo vital ou produzem metabólitos que eliminam os patógenos. Há ainda aquelas que reduzem a capacidade de comunicação entre os patógenos, diminuindo sua patogenicidade”.

Benefícios Tangíveis e Mensuráveis

Os efeitos dos probióticos transformam a saúde dos animais de forma visível. “Além de promover uma microbiota intestinal equilibrada, os probióticos contribuem para o bem-estar geral dos animais, fortalecendo a imunidade e mantendo uma estrutura intestinal íntegra”, destaca Gisele Neri.

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Versatilidade e Eficiência em Diversos Segmentos

Os probióticos são amplamente utilizados em uma variedade de animais, desde humanos até animais de produção. Produtores de aves e suínos, em particular, têm se beneficiado desses suplementos há décadas, graças à robusta base científica que comprova sua eficácia. Segundo Gisele, “os probióticos são uma ferramenta poderosa para auxiliar na redução do uso de antibióticos promotores, algo cada vez mais demandado na cadeia de produção”.

Inovação e Sucesso Contínuo

A Kemin Industries celebra duas décadas de sucesso com seu probiótico revolucionário, o CLOSTAT®, lançado em 2004. Este produto tem sido fundamental na promoção da saúde intestinal de aves e outros animais, beneficiando produtores em mais de 80 países. “O CLOSTAT® é uma solução prática e abrangente que melhora a saúde intestinal, reforça a imunidade e contribui para a redução do uso de antibióticos, garantindo saúde, crescimento e desempenho animal”, explica Gisele Neri.

A empresa não para por aí. Baseada no sucesso do CLOSTAT®, a Kemin recentemente introduziu o ENTEROSURE™ na América do Sul. Este novo produto amplia os benefícios do Bacillus PB6 do CLOSTAT®, combatendo também Escherichia coli e outras Enterobacteriaceae, como a Salmonella. “Com uma mistura patenteada de cepas probióticas de Bacillus spp., o ENTEROSURE™ oferece uma solução completa para o manejo dos desafios de saúde intestinal e aumento da produtividade animal”, conclui Gisele Neri.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

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Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

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Fonte: Pensar Agro

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