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“Como Vender a Lua”: comédia romântica brilha com nostalgia e humor

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“Como Vender a Lua”: comédia romântica brilha com nostalgia e humor
Redação GPS

“Como Vender a Lua”: comédia romântica brilha com nostalgia e humor

Por Anna Salles

Em um período no qual o espaço é mais do que nunca a última fronteira, “Fly Me to the Moon” , traduzido como “Como Vender a Lua” no Brasil, é uma comédia romântica que, mesmo sem ser revolucionária, conquista o público com sua premissa divertida, ritmo agradável e boas vibrações. O filme, estrelado por Scarlett Johansson e Channing Tatum, oferece uma mistura eficaz de fato e ficção, sem perder de vista a necessidade primordial de entreter a audiência.

A trama gira em torno de Kelly (Johansson) e Cole (Tatum), personagens cujas vidas se entrelaçam em meio a um ambicioso projeto de marketing para vender novamente o projeto da Nasa de chegar à Lua, durante a corrida espacial, como parte do sonho norte-americano. A tensão entre Kelly e Cole é um dos pontos altos do filme, proporcionando momentos de humor e interesse que sustentam a narrativa.

Scarlett Johansson e Channing Tatum trazem um magnetismo inegável ao filme, que se apoia fortemente na química entre os protagonistas. Esse carisma é um elemento crucial que ajuda a manter o filme leve e envolvente, mesmo quando a trama se envereda por caminhos previsíveis. A presença de ambos no elenco é um lembrete encantador de uma época em que as estrelas de cinema eram o principal atrativo para o público, tempo em que o sonho americano de conquistar o espaço ainda estava vivo.

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“Como Vender a Lua” consegue, de forma despretensiosa, capturar a essência do que muitas vezes falta nas comédias românticas modernas: uma simplicidade charmosa e uma nostalgia palpável. O filme não tenta ser mais do que é – uma comédia romântica agradável que usa a exploração espacial como pano de fundo para contar uma história de amor e ambição.

Em um mundo cinematográfico frequentemente saturado por efeitos especiais e tramas complexas, “Como Vender a Lua” oferece uma pausa bem-vinda, lembrando aos espectadores do poder do entretenimento simples e bem executado. A direção, que mantém um ritmo consistente, e o roteiro, que equilibra humor e emoção, são pontos positivos que contribuem para a experiência geral do filme.

“Como Vender a Lua” pode não ser uma obra-prima inovadora , mas é um filme que cumpre sua promessa de divertir e encantar. Com a ajuda de seus protagonistas carismáticos e uma abordagem leve e nostálgica, o filme se sustenta como uma comédia romântica agradável e acessível para uma ampla gama de espectadores.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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