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Fenasucro & Agrocana 2024 destaca Sustentabilidade da Cana-de-Açúcar na Transição Energética Global

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A Fenasucro & Agrocana de 2024 marca seu trigésimo aniversário com a inauguração da “Arena da Sustentabilidade”, destacando a relevância da cana-de-açúcar na transição energética global. Para Almir Torcato, gestor executivo da Canaoeste, a cana não só produz açúcar e etanol, mas também personifica a sustentabilidade, uma realidade ainda não plenamente reconhecida pelo mundo.

Com a população mundial projetada para 9,7 bilhões até 2050 e 10,9 bilhões até 2100 pela ONU, recursos não renováveis como petróleo e carvão tornam-se escassos e prejudiciais ao meio ambiente. Nesse cenário, os recursos renováveis ganham crescente importância social e econômica, conforme explica Torcato.

Além das preocupações ambientais, as políticas ESG (Environmental, Social, and Governance) no setor bioenergético visam também impactos sociais positivos, como a geração de empregos e o desenvolvimento comunitário. “Uma governança corporativa sólida é essencial para assegurar transparência e ética na gestão”, ressalta Torcato, mencionando o compromisso da Canaoeste com práticas sustentáveis através da biofábrica e do programa SEMEIA.

O SEMEIA, dedicado aos produtores rurais, promove práticas sustentáveis e facilita o acesso a certificações e políticas públicas. Segundo Fábio de Camargo Soldera, gestor operacional de Sustentabilidade da Canaoeste, o programa tem transformado a vida dos produtores ao simplificar processos e estimular o desenvolvimento sustentável.

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“A sustentabilidade no setor sucroenergético não só protege o meio ambiente, mas também promove o desenvolvimento social e garante a viabilidade do negócio a longo prazo”, destaca Fernando dos Reis Filho, presidente da Canaoeste. A Arena de Sustentabilidade da Fenasucro & Agrocana 2024 visa, portanto, impulsionar essas práticas e destacar os avanços alcançados pelo setor rumo a um futuro sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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