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Expovitis Brasil 2024: feira reúne tudo sobre vinhos em Brasília

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Expovitis Brasil 2024: feira reúne tudo sobre vinhos em Brasília
Adriana Nasser

Expovitis Brasil 2024: feira reúne tudo sobre vinhos em Brasília

De capital política para capital do vinho . Durante três dias Brasília será o ponto de encontro para amantes do vinho, produtores e entusiastas da bebida .
De 19 a 21 de julho, acontece a Expovitis Brasil 2024 – Feira Nacional de Viticultura, Enologia e Enoturismo. O evento será realizado no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, a apenas 1 hora do centro da capital, e vai destacar a riqueza e a diversidade dos vinhos brasileiros, conectando a cadeia produtiva à taça.
Foto: Cortesia

Serão mais de 70 vinícolas brasileiras, degustação dos melhores vinhos do país, num total de 250 rótulos, além de palestras e enoturismo. Ao comprar o ingresso, o visitante ganha a taça e poderá fazer a degustação em todas as vinícolas expositoras do evento.
Durante esses três dias haverá também visitas aos vinhedos e vinícolas da região. A Feira terá ainda setores de maquinários, implementos e insumos enológicos; equipamentos para a produção de uvas e para a elaboração de vinhos.
A iniciativa visa maior valorização e divulgação do Planalto Central, que desponta na vitivinicultura, com o cultivo de uvas e instalação de vinícolas, profissionalização da agricultura familiar e impulsionamento do turismo.
Foto: Cortesia

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Na programação, palestras, bate-papo sobre Manejo de Dupla Poda na Videira; Vinhos Brasileiros: qualidade, oportunidades e desafios Tecnologias aplicáveis aos terroirs brasileiros; a Evolução do Vinho Brasileiro – as regiões vitivinícolas; Madeiras Brasileiras: contributos para a expressão do terroir no vinho; Vinho e Turismo; Vinho e Saúde – a verdade que seu coração precisa saber; Vinhos de Inverno; Dupla Poda; Harmonizações; Tendências de Consumo entre outros temas.
A expectativa de público é de 4000 pessoas por dia e quem passar pela feira também vai poder assistir shows de grandes artistas. “Muito mais que feira de vinho, a Expovitis também dá oportunidade ao público de apreciar uma boa dose de cultura com os artistas que vão levar música ao nosso evento”, afirma Ronaldo Triacca, presidente do evento.
A programação cultural começa com show do cantor Zeca Baleiro no dia 19 de julho. No dia 20, a dupla gaúcha Kleiton & Kledir faz a festa e encerramento fica por conta da banda 14 Bis no dia 21.
Foto: Cortesia

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Serviço
Expovitis Brasil 2024 – Feira Nacional de Viticultura, Enologia e Enoturismo
Data: 19 a 21 de julho de 2024
Horário: A partir das 13 horas (eventos no auditório) e a partir das 15h (abertura dos estandes)
Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, BR 251 Km 5 – PAD-DF Brasília
Ingressos:
R$ 95 para um dia
R$ 170 para dois dias
R$ 210 para três dias

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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