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Ourofino Agrociência Lança Programa para Capacitação e Inclusão no Agronegócio

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A Ourofino Agrociência, uma renomada empresa brasileira de proteção de cultivos, anunciou hoje (02) o lançamento do Programa Consciência Agro, uma iniciativa voltada para promover a diversidade, inclusão e equidade no agronegócio.

Luciana D’Elboux Lourenço, diretora de Gestão de Pessoas e Performance Social da Ourofino, destaca que “o programa faz parte de um compromisso contínuo de reinventar e evoluir práticas na agricultura brasileira, garantindo que todos os profissionais, independentemente de gênero ou idade, tenham iguais oportunidades de desenvolvimento e sucesso profissional.”

Foco na Capacitação de Mulheres

Dentro do Programa Consciência Agro, a primeira grande ação é o lançamento do Programa de Desenvolvimento de Mulheres. Este programa visa capacitar mulheres de todo o Brasil para assumirem diversos papéis no agronegócio, inclusive em posições de liderança e inovação. O objetivo é equipar as participantes com conhecimentos técnicos e comportamentais sobre temas como mercado agro, pensamento criativo, inteligência artificial, big data e gestão de talentos.

O curso terá duração de seis meses e será ministrado por colaboradores da Ourofino, além de especialistas externos com vasta experiência no setor agro. A expectativa é formar cerca de 100 mulheres, proporcionando-lhes uma sólida compreensão do agronegócio e preparando-as para ocupar diversas posições dentro do setor. Além disso, essas profissionais serão incluídas no banco de talentos da empresa, com prioridade para futuras vagas.

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Inscrições e Processo Seletivo

As inscrições para o programa estarão abertas a partir de 2 de julho. Podem se candidatar mulheres que tenham concluído ou estejam no último ano de qualquer curso técnico ou graduação. É necessário ter acesso à internet e disponibilidade para participar de aulas gravadas e ao vivo. Luciana D’Elboux Lourenço ressalta que “o processo seletivo buscará identificar mulheres entusiastas e prontas para impulsionar o futuro do agronegócio no país.”

Como Participar

Para mais informações sobre o programa e detalhes sobre como se inscrever, acesse o site da Ourofino Agrociência em www.ourofinoagro.com.br/consciencia-agro e acompanhe as redes sociais da empresa.

O Programa de Desenvolvimento de Mulheres é mais uma iniciativa da Ourofino Agrociência que, além de promover a diversidade, reforça seu compromisso com o impacto social positivo. A empresa já apoia diversos projetos e mantém conexões com escolas e universidades. Este engajamento, juntamente com suas práticas de gestão ambiental e governança, rendeu à Ourofino, no início do ano, o selo BV ESG 360 da Bureau Veritas, reconhecendo seu nível de maturidade sustentável.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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