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Confira 4 menus omakase que estão bombando em Brasília

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Confira 4 menus omakase que estão bombando em Brasília
Pedro Reis

Confira 4 menus omakase que estão bombando em Brasília

Poucas experiências gastronômicas são tão admiradas quanto o omakase, uma refeição japonesa onde os clientes confiam totalmente na escolha do chef, degustando pratos sazonais e artísticos preparados com os ingredientes mais frescos disponíveis. A palavra “omakase” significa “eu confio em você”, refletindo a entrega total à expertise do chef. Em Brasília, quatro restaurantes se destacam por oferecer essa experiência única.

  • Gurumê

O Gurumê do ParkShopping lançou o menu Taiken. A palavra “taiken” significa “experiência”, e o menu promete uma jornada de sabores com pratos cuidadosamente elaborados. A sequência inclui iguarias como Brisa de Peixe do Dia, Tempurá de Camarão e Black Cod na Grelha, finalizando com sobremesas sofisticadas. O custo é de R$390,00 por pessoa, com opção de harmonização de bebidas por mais R$100,00. Reservas podem ser feitas pelo (61)3550-4055.

Serviço:

Gurumê Brasília
Onde: ParkShopping Brasília
Horário: segunda a quinta das 12h às 23h; Sexta e sábado das 12h às 00h; domingo das 12h às 22h
Contato: (61)3550-4055
Instagram: @gurume_oficial

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Gurumê omakase
Gurumê | Foto: reprodução/Instagram
  • Noru

Noru Sushi oferece uma experiência de balcão com um menu omakase de 10 tempos, destacando uma variedade de pratos frios e quentes. Cada prato é preparado na frente do cliente, proporcionando uma interação direta com o chef. Ingredientes como camarão-tigre, vieiras, lagosta e foie gras são comuns no menu, que custa R$357,81 por pessoa, ou R$449,81 com harmonização de espumantes. Reservas pelo WhatsApp: (61) 99554-0336.

Serviço:

Noru Sushi
Onde: CLNW 10/11, Bloco B, Lojas 2 e 3, Cond. Stylo, Noroeste
Horário: segunda a quinta das 18h às 23h30; sexta a domingo das 12h às 23h30
Contato: (61)99554-0336
Instagram: @norusushi

Noru Sushi
Noru Sushi | Foto: divulgação
  • Monatrosushi

No Montarosushi, o chef Edson Touche prepara um omakase de 12 etapas, oferecendo pratos de alta qualidade com as melhores iguarias do mercado. Disponível tanto para almoço quanto para jantar, o menu custa R$250,00 por pessoa no almoço e R$350,00 no jantar. Localizado na Asa Sul, o Montarosushi oferece uma experiência sofisticada e intimista. Reservas pelo telefone (61) 98103-3346.

Serviço:

Montarosushi
Onde: Asa Sul EQS 414/415 LT 01 A Lj 116, Asa Sul
Horário: segunda a quinta das 12h às 15h e 19h às 22h; sexta e sábado das 12h às 15h e 19h às 22h
Contato: (61) 98103-3346

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Montaro sushi omakse
Montaro | Foto: reprodução/Instagram
  • Sunsaki

O Sunsaki traz para Brasília o renomado omakase do Rio de Janeiro, sob a liderança do sushichef Genilson Araújo. Com um menu de 12 etapas que inclui atum bluefin, king crab e wagyu, a experiência custa R$349,90 por pessoa. A sala reservada tem apenas 10 lugares, garantindo exclusividade. Reservas podem ser feitas via WhatsApp (21)97011-1772.

Serviço:

Sunsaki
Onde: Asa Sul CLS 405, Asa Sul
Horário: segunda a quinta das 18h30 às 23h; sexta a domingo das 12h às 15h e 18h30 às 00h
Contato: (21)97011-1772

Sunsaki omakse
Sunsaki | Foto: reprodução/Instagram

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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