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Sucesso no Leilão Brangus 2024: Vendas Superam R$ 1,1 Milhão na ExpoBrangus

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O Leilão Brangus Coleção 2024, realizado pela Associação Brasileira de Brangus (ABB) e pelo Núcleo Brangus Sul, alcançou um total de R$ 1.130.700,00 com a comercialização de 139 animais. O evento, realizado após um dia de intensas competições na ExpoBrangus, reuniu criadores de todo o país em busca dos melhores exemplares da raça.

Valorização e Resultados

A média de venda por animal atingiu R$ 8.134,53, demonstrando a valorização da qualidade genética apresentada. “Este resultado confirma que qualidade sempre encontra mercado e que, com esforço contínuo, podemos superar os desafios enfrentados recentemente”, destacou João Paulo Schneider, diretor de Marketing da ABB.

Destaque para o Melhor Animal

O destaque do leilão foi a vaca D29, do Grupo Suply de Uruguaiana (RS), vendida por R$ 75.000,00 para Alceu Werlich, da Cabanha Werlich de Urubici (SC). O animal, reconhecido não apenas por sua beleza e volume, mas também por sua genética e prenhes promissora do touro Terco, gerou grande expectativa entre os compradores.

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Avaliação Positiva e Expectativas Futuras

O leiloeiro Pedro Bastos enfatizou que o evento superou todas as expectativas, com uma pista ágil e grande participação de criadores. “Os vendedores destacaram este como o melhor remate até hoje, o que nos motiva a continuar oferecendo um evento de excelência no próximo ano”, comentou.

Gabriel Barros, presidente do Núcleo Brangus Sul, já está planejando a edição de 2025 com entusiasmo. “A valorização alcançada pelos animais neste remate organizado pela raça reflete nossa união e o esforço conjunto de todos os envolvidos”, concluiu.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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