AGRONEGÓCIO

Isan Rezende fala sobre o plano safra, ao vivo, na Band

Publicado em

O presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro), Isan Rezende, foi entrevistado ao vivo, em rede nacional, no jornal Terra Viva, da Band. Durante a conversa, Rezende abordou temas cruciais para o setor produtivo, especialmente em relação ao recém-lançado Plano Safra.

Rezende criticou os lançamentos de planos, por se tornarem palco político. “Não é isso que o setor produtivo quer, não é isso que a sociedade quer e nem o que a segurança jurídica e alimentar precisa. O plano safra é um planejamento estratégico. Quando o produtor rural faz seu planejamento, ele o faz para no mínimo 5 safras”, afirmou Rezende.

Rezende ainda lembrou que o seguro rural foi reduzido de 13 para 11%. “Essas coisas tem que ser analisadas sem paixão ideológica. Precisa ser um plajemento estratégico técnico”, completou.

A participação de Isan Rezende no Jornal Terra Viva da Band pode ser assistida na íntegra, clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Profissão de Piloto de Drones Revoluciona o Agronegócio no Brasil
Advertisement

AGRONEGÓCIO

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

Published

on

A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

Leia Também:  PGPMBio: Atualização dos Preços Mínimos para a Safra 2025 Destaca Altas no Pequi e Umbu

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

Leia Também:  Biotecnologia Eleva a Produtividade da Soja para 100 Sacas por Hectare no Oeste da Bahia

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA