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Inovações nas Formulações de Defensivos Agrícolas: Avanços para uma Agricultura Sustentável

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À medida que a agricultura enfrenta desafios crescentes de sustentabilidade e segurança alimentar, as formulações avançadas de defensivos agrícolas surgem como uma peça fundamental para o futuro do setor. Amarildo Ament, Químico Industrial e Responsável por Tecnologia e Desenvolvimento de Produtos, ressalta que essas inovações não apenas melhoram a eficácia dos tratamentos, mas também reduzem significativamente os impactos ambientais.

Desenvolvimento e Aplicação Responsável

Ament enfatiza que as formulações modernas não são simples misturas químicas, mas sim o resultado de extensas pesquisas para maximizar a eficácia e minimizar os danos ao meio ambiente. Tecnologias como concentrados emulsionáveis (EC), suspensões concentradas (SC), microemulsões e nanoemulsões estão na vanguarda desse avanço, oferecendo alternativas que melhoram a solubilidade e a dispersão dos ingredientes ativos.

Benefícios para a Sustentabilidade

Além de aumentar a absorção pelas plantas, as novas formulações ajudam a reduzir a quantidade de produtos químicos necessários, mitigando a contaminação do solo e das fontes de água. A utilização de aditivos que minimizam a fotodegradação e aumentam a resistência à lavagem por chuvas exemplifica o compromisso com práticas agrícolas mais sustentáveis.

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Segurança e Implementação Eficiente

A estabilidade e segurança dos produtos também são prioridades nas novas formulações, que buscam reduzir solventes voláteis e inflamáveis para garantir um ambiente de trabalho mais seguro. Programas educacionais são essenciais para capacitar agricultores e técnicos na aplicação correta dessas tecnologias avançadas, assegurando benefícios máximos tanto para a produção quanto para o meio ambiente.

Futuro Sustentável

Por fim, Ament destaca que o futuro da agricultura depende da adoção responsável e disseminação dessas inovações. Ao integrar ciência avançada com práticas sustentáveis, a indústria não apenas enfrenta os desafios atuais, mas também cria condições para um crescimento agrícola seguro e produtivo a longo prazo.

Podcast completo da Ascenza

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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