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Rede de academias Acuas Fitness fará aulão esportivo Na Praia no próximo sábado (6/7)

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Rede de academias Acuas Fitness fará aulão esportivo Na Praia no próximo sábado (6/7)
Ailane Silva

Rede de academias Acuas Fitness fará aulão esportivo Na Praia no próximo sábado (6/7)

Para quem gosta de cuidar da saúde, a rede de academias de Brasília Acuas Fitness anunciou que promoverá um aulão esportivo animado no próximo sábado (6/7), das 8h às 17h, no complexo do Na Praia 2024, no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Essa é a primeira vez que a rede de academias participa dessa agenda esportiva do festival praiano e, para marcar essa estreia, vai distribuir kits exclusivos de ecobags com camiseta, viseira, toalha de praia e brindes dos parceiros, para os 300 primeiros participantes.

Ao longo do dia, é possível participar de diversos aulões esportivos na areia, nas quadras e na água, sendo que as modalidades aquáticas devem ser adquiridas diretamente no balcão. Ao todo, 18 professores da Acuas Fitness estarão no local para ministrar as aulas.

Disponíveis no aplicativo da R2 ou r2.com.vc, o ingresso do Day Use no sábado também inclui a programação infantil que contempla piscinas aquecidas, mergulho guiado no laguinho, arvorismo e piquenique, oficinas, teatro, entre outras atividades. No completo, os visitantes também podem ter acesso à Vila Gastronômica com diversas opções de comidas e lanches.

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A entrada é permitida das 8h às 14h30, com saída obrigatória às 17h. Não esqueça de levar documento oficial com foto. A orientação é usar protetor solar, óculos de sol, garrafa de água e roupas leves.

Garanta seu ingresso com 20% de desconto usado o cupom: ACUAS20. Crianças até 12 não pagam para entrar das 8h às 14h30.

Os parceiros da Acuas também vão garantir experiências presenciais e brindes para os 300 primeiros participantes. São eles os 3 Corações Cafés, Perboni Frutas, Quality Farmácia de Manipulação, Jasmine Alimentos Saudáveis, Technogym Equipamentos, CBV Hospital de Olhos, Inti Estética, Max Foods Market, Vichy dermocosméticos, Talk Acessórios e Casa Vieira Hortifruti.

Acuas Na Praia
Quando? Sábado (6/7)
Os 300 primeiros a chegarem ao evento ganham um kit exclusivo.

Programação:
– 8h – 9h:
– Café da manhã
– Entrega dos kits
– Experiências com as marcas patrocinadoras

– 9h- 11h:
– ALONGAMENTO + TREINÃO FUNCIONAL na areia + DANÇA com os professores Acuas!

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– 11h – 17h:
– Tempo livre para aproveitar toda a estrutura do Na Praia:
– Espaço kids gratuito
– Quadras de areia com beach tennis e futvôlei
– Restaurantes
– Esportes aquáticos 🏄‍♀️
– Tomar sol e apreciar bons drinks

Use o cupom ACUAS20 e garanta 20% de desconto! De R$ 79,00 por R$ 61,00

Garanta seu ingresso:
https://r2.com.vc/produto/06-07-aulao2

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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