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Projeto Colmeia é apresentado à Rede de Controle da Gestão Pública

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O projeto estratégico “Colmeia – Gestão Patrimonial”, desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, foi apresentado nesta quinta-feira (27) aos integrantes da Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso, em reunião realizada na sede da Controladoria Geral do Estado. A exposição foi realizada pelo promotor de Justiça Gustavo Dantas Ferraz, do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa de Cuiabá.

O projeto tem como objetivo principal promover a conscientização de gestores, servidores e comunidade sobre a importância da gestão patrimonial para a preservação do patrimônio público, tendo como requisitos o artigo 76 da nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos ((Lei 14.133/2021).

“A iniciativa busca estimular a construção de caminhos que fortaleçam a participação proativa da comunidade no controle social das políticas relacionadas ao patrimônio público”, destacou o promotor de Justiça.

Durante a reunião, os representantes da Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso também discutiram a atualização do Acordo de Cooperação Técnica e do Regimento Interno da rede, a criação de um Grupo de Trabalho para a gestão do portal da rede, o Evento Internacional de Combate à Corrupção, previsto para este ano, e outras ações de interesse em andamento nas instituições parceiras.

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A rede é composta por órgãos atuantes nas diversas esferas da administração pública, visando a desenvolver ações voltadas para a fiscalização da gestão pública, o combate à corrupção, o incentivo ao controle social, o compartilhamento de informações e a capacitação dos agentes públicos.

A Rede de Controle da Gestão Pública foi criada em 2009 em âmbito nacional com o objetivo de fortalecer, ampliar e aprimorar o compromisso e as articulações para a aproximação institucional dos órgãos de controle e fiscalização. Originada no Tribunal de Contas da União, a iniciativa deu origem às redes estaduais.

Também participaram da reunião o secretário controlador-geral do Estado, Paulo Farias, Alexandre Murata, da Advocacia Geral da União, Darci Lovato, do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Daniel Gontijo, da Controladoria Geral da União, Francine Souza, do Ministério Público de Contas, representando o Procurador Geral de Contas, além de Daniel Taurines, do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso e o controlador-geral do Município de Cuiabá, Hélio Santos Souza.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Executor de advogado é condenado 33 anos de reclusão em Cuiabá

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Alex Roberto de Queiroz Silva foi condenado, na quarta-feira (15), a 33 anos e 10 meses de reclusão, além de oito meses de detenção, em regime inicial fechado, pelo homicídio triplamente qualificado do advogado Renato Nery, ocorrido em Cuiabá, bem como pelos crimes de fraude processual qualificada e integração de organização criminosa. Durante o julgamento pelo Tribunal do Júri, o réu confessou a autoria do homicídio, mas negou ter integrado organização criminosa.O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues e reconheceu que o homicídio foi praticado mediante promessa de recompensa, com emprego de meio que resultou perigo comum e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.Alex Roberto de Queiroz Silva foi o primeiro dos seis denunciados a ser submetido a julgamento pela morte do advogado, ocorrida em julho de 2024. Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), ele atuou como executor do homicídio, efetuando os disparos contra Renato Nery em frente ao escritório da vítima, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. O crime teria sido cometido sob a coordenação do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, também denunciado pelo Ministério Público.As investigações conduzidas pelo Núcleo de Defesa da Vida apontaram que o assassinato foi precedido pelo monitoramento da rotina da vítima e por um planejamento prévio. Segundo o MPMT, a execução ocorreu em razão de uma disputa judicial em que Renato Nery havia obtido decisão favorável no litígio, circunstância apontada como motivação para o crime.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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