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Frete por Quilômetro Rodado Registra Leve Alta em Maio, Mas Tendência é de Estabilidade

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O preço médio do frete por quilômetro rodado teve um ligeiro aumento de 0,5% em maio em comparação a abril, segundo o Índice de Frete Edenred Repom (IFR). Em maio, a média do preço do frete atingiu R$ 6,20 por quilômetro rodado. Esse incremento representa o primeiro aumento desde janeiro deste ano, quando o frete subiu 2% em relação a dezembro de 2023.

O aumento no preço do frete não foi maior devido à estabilidade no preço do diesel. Dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostram que o preço médio do litro do diesel comum fechou maio a R$ 5,99, e o diesel S-10 a R$ 6,09, ambos estáveis em relação a abril.

A Edenred Repom aponta que a redução na produção de grãos e nas exportações de soja foi compensada pelas demandas dos setores industrial e de construção civil, especialmente na área de cimento. “Estamos prestes a fechar o primeiro semestre do ano e a previsão para os próximos meses é de estabilidade no valor do frete, não apenas pelo comportamento de preço dos combustíveis, mas também devido ao desempenho de alguns setores da economia. Outro fator que pode influenciar nessa trajetória são os reflexos das enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul, que ainda resultam em problemas logísticos para o escoamento de cargas”, comenta Vinicios Fernandes, diretor da Edenred Repom.

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O IFR é um índice que mede o preço médio do frete, baseado em 8 milhões de transações anuais de frete e vale-pedágio administradas pela Edenred Repom. A Edenred Repom, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, há 30 anos é especializada na gestão e pagamento de despesas para o mercado de transporte rodoviário de carga, liderando o segmento de pagamento de frete e vale-pedágio com mais de 1 milhão de caminhoneiros atendidos em todo o Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação de açúcar do Brasil ganha força em maio e line-up supera 1,8 milhão de toneladas

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Line-up de açúcar cresce nos portos brasileiros

O line-up de exportação de açúcar nos portos brasileiros voltou a avançar em maio, reforçando o forte ritmo dos embarques do setor sucroenergético em 2026.

Levantamento da agência marítima Williams Brasil aponta que 47 navios aguardavam carregamento de açúcar na semana encerrada em 13 de maio, acima das 43 embarcações registradas na semana anterior.

O volume total programado para exportação alcança 1,837 milhão de toneladas, contra 1,791 milhão de toneladas na semana passada, indicando continuidade da forte movimentação logística nos principais portos do país.

Porto de Santos concentra maior volume de açúcar

O Porto de Santos segue liderando os embarques brasileiros de açúcar, concentrando a maior parte da carga prevista para exportação.

Confira os volumes programados por porto:

  • Porto de Santos: 1.465.638 toneladas
  • Porto de Paranaguá: 270.589 toneladas
  • Porto de São Sebastião: 56 mil toneladas
  • Porto de Maceió: 9,8 mil toneladas
  • Porto do Recife: 21.943 toneladas
  • Porto de Suape: 14 mil toneladas
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O line-up considera navios já atracados, embarcações em espera e aquelas com previsão de chegada até 8 de junho.

Açúcar VHP domina exportações brasileiras

A maior parte da carga programada corresponde ao açúcar VHP, principal produto exportado pelo Brasil no segmento.

Do total previsto:

  • 1.775.970 toneladas são de açúcar VHP;
  • 56 mil toneladas equivalem a VHP ensacado;
  • 6 mil toneladas correspondem ao açúcar refinado A45.

O cenário confirma a forte presença brasileira no mercado global de açúcar bruto, especialmente voltado às refinarias internacionais.

Exportações avançam em volume, mas preços recuam

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que as exportações brasileiras de açúcar e melaços seguem em ritmo acelerado em maio.

A receita diária média obtida com os embarques alcança US$ 48,092 milhões nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O volume médio diário exportado chega a 136,651 mil toneladas.

Na parcial de maio, o Brasil embarcou 683.255 toneladas de açúcar, gerando receita de US$ 240,461 milhões.

O preço médio da commodity ficou em US$ 351,90 por tonelada.

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Volume sobe mais de 28%, mas preço médio cai

Na comparação anual, o setor registra crescimento expressivo no volume exportado.

O embarque médio diário avançou 28,4% frente às 106,386 mil toneladas registradas em maio de 2025.

Já a receita diária apresenta alta moderada de 1,1% na comparação anual.

Por outro lado, o preço médio do açúcar exportado caiu 21,3% em relação aos US$ 447,10 por tonelada observados no mesmo período do ano passado.

O movimento reflete a maior oferta global da commodity, além da pressão exercida pelas oscilações internacionais do mercado de açúcar.

Mercado acompanha clima, produção e demanda global

O setor sucroenergético segue atento às condições climáticas no Centro-Sul do Brasil, ao ritmo da moagem e à demanda internacional, especialmente de grandes importadores asiáticos e do Oriente Médio.

Além disso, o comportamento do câmbio continua influenciando diretamente a competitividade do açúcar brasileiro no mercado externo, impactando preços e margens de exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

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