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Celebração das Raízes Culturais: ABCZ Promove Festival Queijo, Cachaça e Viola em Uberaba

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) prepara-se para sediar o Festival Queijo, Cachaça e Viola, um encontro dedicado à valorização da mineiridade e das tradições culturais do interior do Brasil. O evento ocorrerá no dia 6 de julho, a partir das 18h, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), e promete uma noite repleta de música, sabores e confraternização.

Sabores e Talentos Locais em Destaque

O festival contará com a participação de 10 expositores de queijo e seis de cachaça, proporcionando aos visitantes a oportunidade de degustar e votar no melhor queijo da noite. A iniciativa é viabilizada graças às parcerias com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG / SENAR) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG).

Descoberta de Novos Talentos

Um dos pontos altos do evento será o 1º Encontro e Concurso de Violeiros Amador e Mirim, idealizado para revelar e valorizar talentos da música caipira. Dividido nas categorias amador e infantojuvenil, o concurso avaliará os participantes com base em critérios como afinação, habilidade instrumental, interpretação e presença de palco.

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As inscrições, gratuitas e limitadas, estão abertas até 4 de julho e podem ser realizadas através do site da ABCZ (www.abcz.org.br) ou presencialmente na sede da instituição. Os três primeiros colocados de cada categoria serão premiados com valores em dinheiro.

Para mais detalhes sobre o regulamento completo e informações adicionais, consulte o documento disponível no site da ABCZ aqui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de algodão em Mato Grosso deve cair 16% em 2025/26 com redução da área plantada

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A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso deve registrar queda na área cultivada e na produção total, segundo nova estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O recuo reflete o cenário de margens mais apertadas e aumento dos custos de produção enfrentados pelos cotonicultores.

De acordo com o levantamento semanal do instituto, a área destinada ao algodão foi projetada em 1,38 milhão de hectares, representando redução de 3,33% frente à estimativa anterior e queda de 11,11% na comparação com a safra 2024/25.

Custos elevados pressionam rentabilidade da cotonicultura

Segundo o Imea, a retração da área está diretamente relacionada à redução da rentabilidade da cultura nos últimos ciclos.

O relatório aponta que os custos de produção mais elevados vêm pressionando as margens do produtor, levando parte dos cotonicultores a reavaliar o uso das áreas agrícolas.

Diante desse cenário, muitos produtores optaram por concentrar o plantio de algodão em talhões mais produtivos e direcionar outras áreas para culturas de segunda safra, consideradas mais competitivas no atual momento de mercado.

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A estratégia busca reduzir riscos financeiros e preservar a rentabilidade das propriedades rurais em meio às oscilações do mercado agrícola.

Clima favorável impulsiona produtividade do algodão

Apesar da redução na área plantada, a produtividade das lavouras apresentou revisão positiva na nova projeção.

O rendimento médio foi estimado em 297,69 arrobas por hectare, avanço de 2,34% em relação à previsão anterior.

Segundo o Imea, as condições climáticas favoráveis registradas ao longo do ciclo têm contribuído para um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras, beneficiando o potencial produtivo do algodão em Mato Grosso.

As chuvas regulares e o bom ambiente climático em importantes regiões produtoras ajudaram a sustentar o desempenho das plantações, amenizando parte das perdas provocadas pela redução da área cultivada.

Produção de algodão em caroço deve recuar mais de 16%

Mesmo com a melhora na produtividade, a produção total de algodão em caroço em Mato Grosso foi estimada em 6,14 milhões de toneladas para a safra 2025/26.

O volume representa queda de 16,04% em comparação com a temporada passada, refletindo principalmente a retração da área plantada.

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Maior produtor nacional da fibra, Mato Grosso segue desempenhando papel estratégico no abastecimento da indústria têxtil e nas exportações brasileiras de algodão. No entanto, o setor acompanha com atenção a evolução dos custos de produção, do mercado internacional e das condições climáticas para os próximos meses.

Analistas avaliam que o comportamento das cotações da pluma, do dólar e da demanda externa será decisivo para definir o ritmo dos investimentos na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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