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Reunião de Pesquisa de Soja Destaca Impacto da Cadeia Produtiva e Biodiesel

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A 39ª Reunião de Pesquisa de Soja (RPS), organizada pela Embrapa Soja, está marcada para os dias 26 e 27 de junho de 2024, no Buffet Planalto em Londrina (PR), e espera reunir cerca de 500 especialistas ligados à cadeia produtiva da soja. Entre os participantes estarão técnicos de assistência e extensão rural, produtores, pesquisadores, professores e acadêmicos. O destaque da abertura será a conferência da economista Nicole Rennó Castro, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/Esalq/USP), que abordará o impacto econômico da soja e do biodiesel, incluindo PIB, empregos e comércio exterior, às 8h30 do dia 26 de junho.

As inscrições com desconto podem ser feitas até 19 de junho, enquanto as inscrições no local do evento terão valores diferenciados. Claudine Seixas, presidente da RPS e pesquisadora da Embrapa Soja, destaca que o evento não só atualiza os conhecimentos técnicos, mas também promove o intercâmbio de informações e experiências entre os participantes.

A programação incluirá temas como Genética e Melhoramento, Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais, Nutrição Vegetal, Fertilidade e Biologia dos Solos, Entomologia, Plantas Daninhas, Fitopatologia, Tecnologia de Sementes, Pós-Colheita e Segurança Alimentar. Além disso, haverá debates sobre assuntos transversais importantes para a agricultura e pesquisa, como Soja de Baixo Carbono, Agricultura Digital, Genética e novas ferramentas da Biotecnologia e Bioinsumos.

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Destaque também para a área de exposição, onde 17 empresas e parceiros apresentarão as últimas novidades do setor produtivo de soja e atualizações de mercado. Em paralelo, ocorrerá a 21ª Reunião da Rede de Laboratórios para Recomendação, Padronização e Difusão de Tecnologias de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola (Relare), em colaboração com a RPS, reunindo especialistas para discutir as tendências e desafios na tecnologia de inoculantes microbiológicos.

Para mais informações sobre o evento, acesse: https://reuniaodesoja.com.br/relare

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina somam 953 mil toneladas no 1º quadrimestre de 2026 e avançam até 30% no ano

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As exportações brasileiras de carne bovina in natura começaram 2026 em ritmo acelerado. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país embarcou 953,606 mil toneladas no primeiro quadrimestre do ano, resultado que reforça a continuidade do ciclo positivo do setor.

O volume representa alta de 15,2% em relação ao mesmo período de 2025 e avanço próximo de 30% sobre o primeiro quadrimestre de 2024. Desde março de 2025, os embarques mensais vêm se mantendo acima de 200 mil toneladas, indicando sustentação da demanda internacional pela proteína brasileira.

Abril registra maior volume da série histórica

Em abril de 2026, o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina in natura, o maior volume já registrado para o mês na série histórica da Secex. O desempenho consolida o bom início de ano do setor exportador e evidencia a competitividade da proteína brasileira no mercado global.

China lidera compras e amplia participação

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira. Em abril, o país asiático importou 135,472 mil toneladas, crescimento de 32,8% frente a março de 2026.

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No acumulado do quadrimestre, as compras chinesas somaram 460,888 mil toneladas, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025 (386,351 mil toneladas), reforçando a forte dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.

Cenário externo acende alerta para próximos meses

Pesquisadores do CEPEA avaliam que o ambiente externo pode se tornar mais desafiador no curto prazo.

Entre os fatores de atenção estão:

  • Possíveis ajustes de cotas de importação pela China
  • Novas exigências da União Europeia relacionadas ao uso de antimicrobianos em produtos de origem animal
  • Exclusão do Brasil da lista de países que atendem integralmente às regras do bloco

Apesar disso, o impacto direto do mercado europeu tende a ser limitado, já que o bloco responde por cerca de 4% das exportações brasileiras de carne bovina.

Oferta global restrita sustenta mercado internacional

Mesmo diante de possíveis entraves regulatórios, o cenário global segue marcado por oferta limitada de carne bovina, o que contribui para sustentar a demanda pela proteína brasileira.

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Esse contexto mantém o Brasil em posição estratégica no comércio internacional, ainda que com maior sensibilidade a mudanças regulatórias e comerciais nos principais destinos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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