AGRONEGÓCIO

Destaques da Produtividade do Milho no Brasil Revelados no Fórum Getap Verão/24

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Nesta quarta-feira (19), durante o Fórum Getap Verão/24, foram anunciados os vencedores do Concurso de Produtividade do Milho, em sua quarta edição. O evento contou com a participação de 162 inscritos de sete estados brasileiros, competindo em duas categorias: sequeiro e irrigado. O Paraná foi o grande destaque ao consagrar os três melhores desempenhos na categoria sequeiro.

Paraná: Liderança na Categoria Sequeiro

O produtor Ronei Gaviraghi, de Mangueirinha, alcançou o topo do pódio com uma impressionante produtividade de 270 sacas por hectare. Em seguida, Nilson de Paula Xavier Marchioro, de Ipiranga, conquistou a segunda posição com 256,3 sc/ha, seguido por Egon Heinrich Milla, de Candói, que fechou o pódio com 253,0 sc/ha. Todos os três foram inscritos pela Bayer.

Destaque no Milho Irrigado

Na categoria irrigado, Cláudio Castro Cunha, de Perdizes/MG, assegurou o primeiro lugar de forma destacada, com uma produtividade de 258,2 sc/ha. Fabio Zandonai, de Cristalina/GO, inscrito pela Bayer, ficou em segundo lugar com 254,4 sc/ha, seguido por Bráulio Copetti Casarin, de Boa Vista do Cadeado/RS, que alcançou a terceira colocação com 247,1 sc/ha.

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Reconhecimento aos Destaques Regionais

Além dos vencedores principais, o concurso também reconheceu altas performances regionais. Destacaram-se Henrique Baratto Bortoluzzi, de Xanxerê/SC, com 231,6 sc/ha; Rafaela Moresco Dinardin, de Correntina/BA, com 223,5 sc/ha; e Carlos Alberto Ernst Marlow, de Alto Parnaíba/MA, com 139,2 sc/ha. Cada um representando um estado diferente e inscritos por diversas empresas do setor.

Auditoria e Transparência

Todas as áreas dos produtores foram auditadas pela equipe técnica do Grupo Somar, garantindo a veracidade dos resultados. A auditoria analisou indicadores como produtividade, população obtida, número e peso de grãos por espiga. Os participantes receberão um relatório técnico completo para avaliação de seu desempenho.

O Concurso de Produtividade do Milho faz parte das iniciativas do Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap), que promove a disseminação de conhecimentos e práticas agrícolas para elevar a produtividade da cultura do milho no Brasil. Segundo Anderson Galvão, curador do Getap, os resultados deste ano destacam o compromisso dos agricultores com a inovação e eficiência.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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