AGRONEGÓCIO

FMC inova com tecnologia no Agronegócios Copercana 2024

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Entre 17 e 28 de junho, Sertãozinho (SP) será palco da 20ª edição do Agronegócios Copercana, reunindo produtores rurais, cooperados e convidados interessados nas últimas novidades do setor agrícola. A FMC, empresa dedicada às ciências para agricultura, marcará presença na feira destacando seu portfólio inovador e tecnológico voltado para a cana-de-açúcar.

Soluções Avançadas para Cana-de-Açúcar

Durante o evento, a FMC apresentará soluções de destaque como o Premio® Star, um produto multipragas que oferece proteção contra 50 pragas em mais de 50 culturas. Com duplo modo de ação, amplo espectro, efeito de choque e residual, o Premio® Star se destaca pelo controle efetivo do bicudo-da-cana, broca-da-cana e broca-dos-rizomas, garantindo maior proteção e eficiência para o canavial.

Inovação e Sustentabilidade

Outro destaque é o Verimark®, um produto de amplo espectro que controla a cigarrinha-das-raízes, a broca-da-cana e o Sphenophorus levis, mantendo a preservação dos insetos benéficos e promovendo um equilíbrio sustentável no canavial.

Tecnologia de Ponta em Herbicidas

A FMC também apresentará o Boral® Full, um herbicida que combina tecnologia avançada para eliminar as ervas daninhas de forma seletiva, garantindo um canavial livre de competições indesejadas e mantendo o potencial produtivo da lavoura.

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Programa Gennesis®

O Programa Gennesis® combina soluções biológicas e químicas de alta performance como Premio® Star, Quartzo®, Seed+® e Authority®, promovendo uma lavoura mais protegida e produtiva desde o plantio, de maneira sustentável.

Compromisso com o Cliente

Além da apresentação de produtos inovadores, a equipe da FMC estará disponível para receber e orientar os visitantes sobre as tecnologias e diferenciais dos produtos da marca, oferecendo as melhores práticas de manejo para otimizar a produtividade e rentabilidade das lavouras.

Com estas iniciativas, a FMC reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a inovação no agronegócio brasileiro, contribuindo para um futuro mais promissor e eficiente no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Projeto de R$ 20 bi da Ferrogrão ganha sinal verde para ligar Sinop a Miritituba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou um dos impasses mais arrastados da infraestrutura nacional ao declarar a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, norma que reduziu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da Ferrogrão (EF-170). Por um placar de 9 votos a 1, o veredito joga por terra o principal obstáculo jurídico que mantinha congelado o projeto de 933 quilômetros de trilhos, planejado para ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao porto fluvial de Miritituba, no Pará.

A decisão foi recebida pelo agronegócio como um marco regulatório essencial para atrair os R$ 20 bilhões em investimentos privados necessários para tirar a obra do papel. Sob a perspectiva macroeconômica, a Ferrogrão é vista como o eixo de ruptura da dependência crônica do modal rodoviário na BR-163, com potencial para reduzir em até 20% o custo do frete de commodities agrícolas, como soja e milho, ampliando a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atuou no processo, aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram atualmente cerca de 70% da produção nacional de grãos, mas os portos do Arco Norte escoam apenas 34% desse volume. A consolidação da ferrovia deve acelerar o redirecionamento desse fluxo, aliviando o gargalo logístico dos portos das regiões Sul e Sudeste, como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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O julgamento foi balizado pelo voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que rechaçou os argumentos de descumprimento de salvaguardas ambientais apresentados na ação original do PSOL. Moraes argumentou que o texto legal previu a devida compensação ecológica pela redução da unidade de conservação e destacou que o traçado ferroviário não intercepta terras indígenas homologadas, situando-se a quatro quilômetros da reserva mais próxima, a Terra Indígena Praia do Mangue.

O julgamento, que havia sido interrompido no ano passado, foi concluído com o voto do ministro Flávio Dino. Ao acompanhar o relator, Dino propôs condicionantes para a execução do projeto, determinando que qualquer alteração futura no perímetro da ferrovia não poderá afetar áreas indígenas em um raio de 250 quilômetros, além de defender que as comunidades tradicionais sejam ressarcidas ou tenham participação nos lucros caso sejam registrados impactos socioambientais imprevistos.

O único voto divergente foi do ministro Edson Fachin, que considerou inconstitucional a alteração de reservas ambientais por meio de Medida Provisória, rito utilizado na origem do projeto durante o governo de Michel Temer.

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Com o desfecho na Suprema Corte, o projeto da Ferrogrão sai da arena jurídica e ingressa na fase de viabilidade técnica. O Ministério dos Transportes informou que aguarda a conclusão da análise de modelagem de concessão e matriz de riscos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para estruturar o edital de leilão.

Lideranças do setor produtivo, como a Aprosoja Brasil, avaliam que a segurança jurídica conferida pelo STF deve acelerar o crivo da Corte de Contas, posicionando a ferrovia como um dos principais ativos de infraestrutura para captação de capital estrangeiro na América Latina nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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