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Confira dicas de como evitar micose de unha durante o inverno

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Confira dicas de como evitar micose de unha durante o inverno
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Confira dicas de como evitar micose de unha durante o inverno

Com a chegada do inverno , muitas pessoas acabam negligenciando os cuidados com as unhas , o que pode aumentar a incidência de micose. A Sociedade Brasileira de Dermatologia* (SBD) explica que “micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e outras regiões. Elas são particularmente frequentes nos trópicos, onde as condições de calor e umidade favorecem o desenvolvimento dos fungos”. No entanto, durante as estações mais frias, como o inverno, também é necessário ter alguns cuidados especiais.

A médica dermatologista Daniela Ribeiro ressalta: “mesmo no inverno, é crucial manter uma rotina de cuidados com as unhas. A umidade resultante do uso de calçados fechados por longos períodos pode criar um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos. Desta forma, manter as unhas limpas e secas é fundamental para evitar micoses”.

Para evitar esse problema comum durante os meses mais frios, siga as dicas abaixo:

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1 – Mantenha os pés secos e arejados

No inverno, é comum o uso de botas fechadas e meias grossas, que podem criar um ambiente quente e úmido, propício para o desenvolvimento de fungos.

“Prefira meias de algodão, que absorvem melhor o suor, e evite usar o mesmo par de sapatos ou botas todos os dias. Sempre que possível, deixe os pés ‘respirarem’ em casa”, explica o dra. Daniela Ribeiro.

2 – Use calçados adequados

A dermatologista enfatiza: “evite sapatos apertados ou desconfortáveis, pois podem causar microtraumas nas unhas, facilitando a entrada de fungos. No dia a dia ou dentro de casa, opte por calçados que permitam a ventilação dos pés”.

3 – Higiene em dia com as unhas e calçados

A higienização constante é um passo fundamental para prevenir a proliferação de fungos e manter a saúde das unhas e dos pés em dia.

“Além de manter as unhas sempre cortadas, lave e seque bem os pés, especialmente entre os dedos, para evitar a proliferação de fungos. Use toalhas limpas e evite compartilhá-las com outras pessoas. Além disso, sempre mantenha a higienização dos sapatos e meias”, aconselha a dermatologista Ribeiro.

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4 – Cuidados ao frequentar salões de beleza e compartilhar itens pessoais

Para as mulheres e homens que costumam fazer as unhas em salões de beleza, a dra. aconselha: “certifique-se de que os salões que você frequenta esterilizam corretamente os utensílios usados nas unhas. Se preferir, leve seus próprios materiais para evitar qualquer risco de contaminação”.

5 – Atenção aos sinais

Caso perceba alterações na cor, espessura ou formato das unhas, procure um dermatologista. O diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficaz.

Produtos antifúngicos para tratamento

Caso, mesmo seguindo esses passos, a micose aparecer, existem no mercado produtos que podem ser aplicados diretamente nas unhas, combatendo os fungos. Esses medicamentos dermatológicos ajudam a manter as unhas saudáveis e livres de micose, proporcionando uma proteção eficaz contra infecções fúngicas.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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