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Carne bovina continua sustentando resultados positivos na exportação de carnes de 2024

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Os dados compilados pelo MAPA junto à SECEX/MDIC confirmam que os resultados positivos obtidos pelas carnes brasileiras no mercado internacional – tanto em volume como na receita cambial – continuam sendo sustentados pela carne bovina.

Nos cinco primeiros meses de 2024 o produto registrou aumento de volume de 34,4%. E ainda que seu preço médio tenha ficado 7,16% abaixo do alcançado no mesmo período de 2023, a receita cambial gerada aumentou praticamente 25%, correspondendo a quase metade da receita global das carnes.

O volume de carne suína também aumentou, mas em índice significativamente menor que o da carne bovina: apenas 2,7%. Mas como, neste ano, seu preço médio recuou 10,5%, o resultado final foi uma redução pouco superior a 8% na receita cambial.

Comparativamente, porém, o desempenho da carne de frango vem sendo o mais fraco entre as três. Pois ainda que em percentual mínimo, o volume embarcado neste ano permanece negativo, apresentando retração de 1,3%. E isto, combinado com uma redução de 7,16% no preço médio do produto, faz com que a receita cambial do setor permaneça mais de 10% aquém da obtida entre janeiro e maio de 2023.

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Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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