Ministério Público MT

Campanha inicia 2ª fase com sensibilização sobre sinal de ajuda

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A campanha “Juntos por Elas”, idealizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, iniciou esta semana mais uma rodada de ações com o objetivo de sensibilizar a sociedade no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Banheiros femininos de bares, academias e shoppings de Cuiabá estão recebendo adesivos com Sinal para Ajuda às mulheres que precisam de socorro.

O Sinal para Ajuda (do inglês Signal for Help) é uma iniciativa de combate à violência doméstica e familiar contra mulher, lançada em abril de 2020 pela Fundação de Mulheres Canadenses. São dois gestos: levar o polegar ao centro da mão e, depois, fechar os dedos em torno dele. 

O sinal ganhou sucesso com a ajuda das redes sociais, principalmente do Tik Tok, que concentra um público mais jovem. “Por ser uma estratégia mundial de combate à violência e de rápida compreensão, acreditamos que este pode ser mais um instrumento em defesa das vítimas. Daí a necessidade de massificarmos esta ideia usando todos os recursos disponíveis “, destacou a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra.

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Além da capital, segundo ela, Promotorias de Justiça do interior do estado também vão receber adesivos para promoverem a articulação e divulgação nos municípios.

A Campanha – “A violência começa quando o respeito acaba” foi o conceito da campanha lançada no início deste ano pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, com apoio da TV Centro América. Vídeos sobre a temática foram veiculados gratuitamente pela emissora de televisão como serviço de utilidade pública. O conteúdo da campanha também foi divulgado em outdoors e busdoor.

Para dar visibilidade à temática da violência contra a mulher, entre os dias 06 e 27 de março, a campanha “#JuntosPorElasMPMT” esteve no Shopping Pantanal, em Cuiabá. A iniciativa foi viabilizada por meio de parcerias com instituições privadas. 

Para chamar a atenção das pessoas que circularam pelo local, uma estrutura, que lembra a “casa de vidro do BBB”, mas em formato esférico, foi montada em ponto estratégico do shopping. No espaço funcionou um estúdio de rádio, onde foram realizadas entrevistas com representantes das instituições que integram a rede de proteção às mulheres vítimas de violência. 

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O conteúdo, de caráter informativo e educativo, foi transmitido ao vivo pela Rádio CBN Cuiabá, de segunda a sexta-feira, das 14h às 15h. O material também foi disponibilizado nos canais da emissora de rádio e do Ministério Público no Youtube. A Ouvidoria do Ministério Público e a Polícia Judiciária Civil também realizaram atendimento no local.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Penas de condenados por homicídio e organização criminosa somam 67 anos

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O Tribunal do Júri da Comarca de Sinop (a 500 km de Cuiabá) condenou, na quarta-feira (26 de agosto), Leonardo dos Santos Pires e Hailton Viana de Paula pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa. As penas aplicadas aos dois réus somam mais de 67 anos de reclusão. O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada em plenário pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), representado pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira. As condenações foram fixadas em regime inicial fechado, com determinação de execução imediata das penas.
Apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso, Leonardo dos Santos Pires foi condenado a 33 anos, nove meses e 11 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Os jurados reconheceram que, além de participar do homicídio qualificado, ele exercia função de comando na organização criminosa. O condenado já acumula mais de 262 anos de penas impostas pela Justiça por outros crimes, incluindo homicídios praticados em Sinop.
Já Hailton Viana de Paula foi condenado a 33 anos, nove meses e 12 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Na sentença, a juíza presidente do Tribunal do Júri, Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, destacou a gravidade dos fatos e considerou, na dosimetria da pena, a idade da vítima, que era menor de 18 anos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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