AGRONEGÓCIO

Tecnologia e Gestão: Potencializando a Produção de Abacates com Inteligência Artificial

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No coração do Alto Paranaíba, uma história de sucesso se desdobra na produção de Avocado Hass, onde a inovação tecnológica assume o papel principal. O Grupo Tsuge, focado em otimizar sua produção de 8 mil toneladas anuais, das quais 60% são destinadas à exportação, encontrou na Sankhya a parceira ideal para impulsionar seus resultados.

Integrando Tecnologia e Agricultura

Com um investimento robusto em inteligência artificial e sistemas de gestão, o Grupo Tsuge não apenas melhorou sua eficiência operacional, mas também elevou seu faturamento significativamente. O ERP da Sankhya permitiu uma gestão estratégica desde o planejamento da safra até a comercialização, garantindo controle preciso de insumos, armazenamento e logística.

Benefícios da Parceria Tecnológica

“A tecnologia é nossa aliada estratégica, tanto na administração quanto na operação do campo. Ferramentas como máquinas de classificação de frutos com inteligência artificial garantem que apenas os melhores produtos cheguem aos mercados internacionais, mantendo nossos padrões de excelência”, destaca Paulo Tsuge, CEO do Grupo Tsuge.

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Transformando Desafios em Oportunidades

Vinicius Araújo, gerente executivo da Sankhya, reforça o impacto positivo da tecnologia no setor agrícola brasileiro. “Nosso software não só simplifica a gestão operacional, mas também fornece insights valiosos que impulsionam o crescimento e a rentabilidade das operações agrícolas.”

Um Futuro Promissor para o Agronegócio

No contexto do agronegócio nacional, a combinação de tecnologia, inovação e inteligência artificial não apenas aumenta a produtividade, mas também fortalece a competitividade do setor. Esses avanços não só beneficiam as empresas individuais, como também contribuem para o desenvolvimento econômico do país como um todo.

A parceria entre o Grupo Tsuge e a Sankhya exemplifica como a tecnologia pode revolucionar a agricultura, não apenas melhorando a eficiência operacional, mas também impulsionando a qualidade e a rentabilidade das colheitas. Com visão estratégica e soluções inovadoras, o futuro do agronegócio brasileiro promete ser cada vez mais promissor e sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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