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Disneyland Paris: tudo o que você precisa saber para visitar o parque

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Disneyland Paris: tudo o que você precisa saber para visitar o parque
Fernanda Moura

Disneyland Paris: tudo o que você precisa saber para visitar o parque

A contagem regressiva para os Jogos Olímpicos de Paris teve início e os viajantes já começaram a preparar a programação para o tempo que passarem na Cidade Luz, afinal, nem só as competições farão parte dos roteiros.

Apesar de o Walt Disney World, em Orlando, ser o parque mais falado do mundo, a unidade de Paris, com mais d e três décadas de vida, recebe mais de 15 milhões de turistas por ano e é um dos principais locais turísticos da Europa.

Na França, o complexo é dividido em dois parques: a Disneyland, que representa o Magic Kingdom de Orlando, e o Walt Disney Studios, versão do Hollywood Studios. Além deles, há a Disney Village, espaço composto por lojas e restaurantes.

Pensando em todos os apaixonados pelo universo Disney, além daqueles que já estão de passagem comprada, o GPS preparou um guia com algumas informações fundamentais sobre os parques parisienses. Olha só:

Como chegar até a Disneyland Paris

Localizado a cerca de 32 km do centro da capital, a melhor maneira de chegar ao complexo é com o Magical Shuttle, esquema similar ao americano, que sai da frente do terminal dos dois aeroportos da cidade e segue direto aos parques ou ao hotel. A passagem custa € 48.

Para aqueles que já estão hospedados em Paris, é possível pegar também o Disneyland Paris Express, ônibus que têm saídas de pontos como Torre Eiffel, Opera Garnier ou Châtelet.

Vale ressaltar que é possível também chegar até lá de Uber, táxi ou carros privativos.

Ingressos

Já que não há bilheteria no local, as entradas são vendidas virtualmente, por meio do site, que oferece algumas opções para a compra. A primeira maneira te permite escolher entre um ou os dois parques em um dia, sem precisar selecionar a data exata da visita, podendo usufruir do ingresso até um ano após sua compra.

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Nesse caso, os valores seguem uma faixa de USD 119, com direito a um parque, ou USD 149, com direito aos dois no mesmo dia.

A segunda opção exige que você agende a sua visita, com a possibilidade de cancelar até três dias antes do marcado. Os preços variam de acordo com as datas escolhidas.

Hotéis localizados na região da Disney

A companhia tem sete hotéis temáticos na região. Na entrada do parque, o principal deles é o DisneyLand Hotel, uma opção cinco estrelas com ambientes inspirados nas histórias da empresa.

As outras opções de hospedagem também ficam a cerca de 20 minutos andando dos parques, mas há um transporte gratuito que faz o traslado dos hóspedes.

Melhor época para visitar a Disneyland Paris

Apesar de haver a possibilidade de chover na cidade durante o ano todo, de maio a setembro há boas chances de fazer sol e calor. Entre outubro e abril, e principalmente no inverno, pode fazer frio e nevar.

Como funciona o aplicativo

Disponível gratuitamente para Android e IOS, o app ‘Disneyland Paris’ é fundamental para quem visitará o complexo. Nele, há informações como horário de funcionamento, atrações abertas e fechadas, horários de desfiles, shows, mapas, além do acesso a lista de lojas e restaurantes.

Ainda, a plataforma mostra o tempo de fila de espera de brinquedos. Por meio dela, há também o ‘Disney Premier Acess’, que garante o acesso mais rápido aos brinquedos.

Saiba quais são as atrações exclusivas

Além dos brinquedos clássicos dos parques norte-americanos, há um leque de espetáculos e atrações exclusivas, como um ‘Les Mystères du Nautilus’, que simula um submarino antigo; um labirinto inspirado em ‘Alice no País das Maravilhas’; a montanha-russa ‘Crush’s Coaster’, baseada em Procurando Nemo, entre outros.

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Para completar, a famosa ‘Space Mountain’ é bem mais veloz e radical do que a de Orlando.

Por outro lado, enquanto o castelo do Magic Kingdom representa o da Cinderela, o da Disneyland Paris é inspirado no da Bela Adormecida.

Tudo sobre o parque Disneyland Park

No local, os visitantes têm acesso a 41 atrações, com temáticas de contos clássicos da Disney e do Star Wars. As áreas do parque são chamadas de ‘Ilhas Mágicas’ e levam os mesmos nomes de algumas do americano, como Aventureland, Discoveryland, Fantasyland, Frontierland e Main Street USA.

Assim como o Magic Kingdom, o Disneyland Park tem o famoso desfile de personagens em carros alegóricos.

Tudo sobre o Walt Disney Studios Park

O parque é dedicado a atrações da Disney, Pixar e MARVEL. Lá, há brinquedos inspirados em ‘Toy Story’, ‘Carros’, ‘Procurando Nemo’ e ‘Vingadores’.

Entre os brinquedos que fazem sucesso no Studios Park está o dedicado ao filme ‘Ratatouille’ — o parque foi o primeiro a abrigar essa atração — e a ‘Torre do Terror’, que também é encontrada no Hollywood Studios, em Orlando.

Tudo sobre o Disney Village

O centro de entretenimento que se assemelha muito ao Disney Springs, da Flórida. O local tem restaurantes temáticos, bares, lojas, cinema e um balão gigante. Não é necessário ingresso para acessar o espaço.

No Disney Village, às sextas e sábados, há shows ao vivo e apresentações de DJs.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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