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PaulOOctavio lança Residencial Edmond Baracat, no Noroeste

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PaulOOctavio lança Residencial Edmond Baracat, no Noroeste
Redação GPS

PaulOOctavio lança Residencial Edmond Baracat, no Noroeste

A PaulOOctavio lança, neste sábado (15), a partir das 10h, na Central de Vendas do Noroeste, um empreendimento que promete redefinir o conceito de morar bem no bairro mais sustentável de Brasília. O Residencial Edmond Baracat terá localização privilegiada, fácil acesso aos melhores shopping centers da cidade e vista livre, além da proximidade com os parques Burle Marx e Nacional. Serão somente 48 unidades exclusivas, com dois apartamentos por prumada, que primam pelo conforto.

Localizado na SQNW 311, Bloco I, o residencial tem apartamentos tipo vazados, que variam entre 153 m² e 162 m², com 4 suítes e 3 vagas de garagem. As coberturas duplex, por sua vez, têm entre 301 m² e 310 m², oferecendo 4 suítes e 4 vagas de garagem. Todas as unidades contam com bicicletário privativo e uma série de diferenciais.

Para o empresário Paulo Octávio, a homenagem reconhece um pioneiro que fez história em Brasília. “Edmond Baracat foi um nome importante pelos grandes projetos que fez na construção civil desde a inauguração de Brasília, destacando-se o Brasília Rádio Center e o edifício Baracat, no Setor Comercial Sul, entre muitos outros empreendimentos. Era curitibano de nascimento, e tinha a alma dos candangos” , definiu.

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O diretor comercial da PaulOOctávio , Fabio Kertenis Mendes, afirma que o lançamento tem importantes diferenciais para compradores e investidores. “O Residencial Edmond Baracat oferece uma das vistas mais elegantes do Noroeste, sendo um investimento inteligente para quem preza pela qualidade de vida” , completa.

As unidades terão detalhes únicos , como varanda gourmet com ponto para cooktop de indução; terraços privativos amplos, equipados com spas; tratamento acústico entre os apartamentos e coberturas; paredes internas em alvenaria; moderno piso em porcelanato, com o uso de grandes formatos; bancadas dos banheiros e lavabo em granito; janelas do tipo “correr” nas suítes e cozinha; infraestrutura pronta para aparelhos de ar-condicionado nas suítes e salas; e porta de acesso social com fechadura digital.

O edifício erguido pela PaulOOctavio terá fachada em granito, ACM, pele de vidro e ecogranito, além de pilotis moderno, com amplo pé-direito e paisagismo integrado aos halls sociais. O Residencial Edmond Baracat oferecerá aos moradores piscina climatizada com borda infinita e terraço mobiliado; espaço gourmet versátil e climatizado, integrado com área externa; academia climatizada e equipada com equipamentos profissionais; salão de festas climatizado com tratamento acústico; e bicicletário climatizado com mesa de ferramentas e tanque de lavagem.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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