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Mercados Asiáticos Têm Movimentos Mistos Antes de Dados Econômicos da China

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Nesta sexta-feira, as ações da China apresentaram alta, impulsionadas pelos ganhos das corretoras, apesar do impacto negativo causado pela queda do iuan. Por outro lado, o mercado de Hong Kong encerrou a semana com uma perda acumulada de 2,3%, marcando a quarta semana consecutiva de queda para as blue-chips chinesas.

Os investidores estão atentos aos dados de empréstimos chineses referentes a maio, bem como à rolagem dos empréstimos de médio prazo vencidos pelo banco central, prevista para a próxima segunda-feira. Além disso, na mesma data, serão divulgados os dados de atividade econômica de maio, que são esperados para fornecer mais pistas sobre o desempenho da economia chinesa.

O iuan caiu para um novo mínimo de sete meses em relação ao dólar, enquanto o iene também sofreu desvalorização após o Banco do Japão manter as taxas de juros e anunciar uma futura redução nas compras de títulos.

Em paralelo, os Estados Unidos indicaram a possibilidade de adotar medidas adicionais contra empresas chinesas que estariam fornecendo ao setor de defesa da Rússia, o que afetou negativamente o sentimento do mercado.

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No fechamento, o índice de Xangai subiu 0,12%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,44%. Por outro lado, o índice Hang Seng, de Hong Kong, registrou uma queda de 0,94%.

Desempenho dos Principais Índices Asiáticos

  • Tóquio (Nikkei 225): Subiu 0,24%, fechando a 38.814 pontos.
  • Hong Kong (Hang Seng): Caiu 0,94%, encerrando a 17.941 pontos.
  • Xangai (SSEC): Ganhou 0,12%, fechando a 3.032 pontos.
  • Xangai e Shenzhen (CSI300): Avançou 0,44%, fechando a 3.541 pontos.
  • Seul (KOSPI): Valorizou-se 0,13%, encerrando a 2.758 pontos.
  • Taiwan (TAIEX): Registrou alta de 0,86%, fechando a 22.504 pontos.
  • Cingapura (Straits Times): Desvalorizou-se 0,81%, fechando a 3.297 pontos.
  • Sydney (S&P/ASX 200): Recuou 0,33%, encerrando a 7.724 pontos.

Com os mercados aguardando ansiosamente os próximos dados econômicos da China, a volatilidade continua a ser uma característica marcante, refletindo as preocupações e expectativas dos investidores em relação ao futuro econômico da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil supera Canadá e se consolida como terceiro maior exportador mundial de carne suína

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A suinocultura brasileira alcançou um marco histórico em 2026 ao consolidar o Brasil como o terceiro maior exportador de carne suína do mundo. O novo posicionamento foi confirmado após a divulgação dos dados internacionais do setor, que apontaram a superação do Canadá em volume exportado.

Segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país encerrou 2025 com embarques recordes de 1,51 milhão de toneladas de carne suína, enquanto o Canadá registrou aproximadamente 1,45 milhão de toneladas no mesmo período. A diferença de cerca de 50 mil toneladas garantiu ao Brasil a terceira colocação no ranking global, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos.

O resultado representa um crescimento de 11,6% em relação ao volume exportado no ano anterior e reforça o avanço da cadeia produtiva nacional no comércio internacional de proteínas animais.

Exportações ganham força com diversificação de mercados

O desempenho brasileiro é resultado de uma combinação de fatores que vêm fortalecendo a competitividade da produção nacional nos últimos anos.

Entre os principais pilares do crescimento estão a ampliação do acesso a mercados internacionais, especialmente na Ásia, a eficiência dos sistemas produtivos, os custos competitivos de produção e o elevado padrão sanitário mantido pela cadeia suinícola brasileira.

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A diversificação dos destinos de exportação também tem contribuído para reduzir riscos comerciais e ampliar a presença da carne suína brasileira em mercados estratégicos.

Consumo interno bate recorde e amplia demanda pela proteína

Além do avanço no mercado externo, o setor comemora resultados expressivos dentro do próprio país.

Dados da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) mostram que o consumo per capita de carne suína atingiu 20 quilos por habitante ao ano em 2025, o maior nível já registrado no Brasil.

O crescimento evidencia uma mudança gradual nos hábitos alimentares dos consumidores, que passaram a incorporar a proteína suína de forma mais frequente nas refeições, impulsionados pela variedade de cortes, praticidade e competitividade de preços.

O aumento da demanda doméstica fortalece a cadeia produtiva e cria novas oportunidades para produtores, frigoríficos e demais elos do setor.

Mercado interno fortalece resiliência da suinocultura brasileira

A combinação entre exportações em expansão e consumo interno aquecido tem contribuído para tornar a suinocultura brasileira mais resiliente diante das oscilações do mercado internacional.

Com uma base de consumo doméstico mais robusta, o setor reduz sua dependência exclusiva das vendas externas e ganha maior estabilidade para enfrentar períodos de volatilidade econômica ou mudanças no comércio global.

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Para o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, os resultados refletem os investimentos contínuos realizados pelos produtores e pelas indústrias ao longo dos últimos anos.

Segundo ele, os avanços obtidos são resultado do compromisso do setor com sanidade animal, genética, tecnologia, produtividade e bem-estar dos animais, além do trabalho desenvolvido para ampliar a presença da carne suína tanto no mercado internacional quanto na alimentação dos brasileiros.

Novo patamar reforça protagonismo do Brasil no mercado global

A conquista da terceira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne suína marca uma nova fase para a suinocultura nacional.

O desempenho reforça a capacidade competitiva do Brasil, evidencia a maturidade da cadeia produtiva e consolida o país como um dos principais fornecedores globais de proteína animal.

Com perspectivas positivas para exportações, consumo interno e abertura de novos mercados, o setor segue ampliando sua relevância econômica e fortalecendo sua contribuição para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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