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GPS Indica: restaurante A Mano acerta no nhoque de lagosta gratinado

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GPS Indica: restaurante A Mano acerta no nhoque de lagosta gratinado
Redação GPS

GPS Indica: restaurante A Mano acerta no nhoque de lagosta gratinado

Se você frequenta a variada vida gastronômica de Brasília, possivelmente já deve ter ouvido falar no restaurante A Mano , um dos mais reconhecidos do atual momento de boas opções da nossa capital.

Fundada em 2018, a casa italiana com pegada contemporânea – e localizada na comercial da 411 Sul – mantém a entrega proposta desde o início da operação, com um ambiente impecável, inúmeras opções de drinks autorais (além dos clássicos) e uma carta de vinhos invejável para todas as situações.

Contudo, nenhuma dessas qualidades se sustentaria sem que se tivesse o que os clientes priorizam quando escolhem algum estabelecimento: o cardápio.

No caso do A Mano, nem se preocupe. As várias opções agradam praticamente todos os paladares, já que – não à toa – o local permanece como uma das preferências da cidade quando o assunto é a boa gastronomia.

Recentemente, o A Mano recebeu a equipe do GPS|Brasília para uma experiência gastronômica, por meio do GPS Indica , quadro orgânico do nosso portal criado pela Alquimia Filmes , e que agora tem o apoio do Speciale Espresso , a linha premium do Café do Sítio.

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Apresentador do programa, o colunista Caio Barbier i aprovou a indicação do nhoque de batata roxa e lagosta gratinado, uma das novas apostas da casa como prato principal.

De entrada, o jornalista endossou o carpaccio, já reconhecido na casa, e ainda experimentou o semifreddo na sobremesa, a qual harmonizou perfeitamente com o café Speciale Espresso .

“A gente trabalha aqui com as nossas entradas. A gente tem um carpaccio , que é um dos pratos mais vendidos, é um dos mais pedidos. Aí, depois vem um prato principal. Esse prato principal é um nhoque de batata doce roxa, finalizado com lagosta e uma crosta de queijo gratinado, A sobremesa a gente tem um semifreddo de limão siciliano, para sair um pouquinho do chocolate”, explicou o chef Zorro Bandeira, responsável pela elogiada gastronomia do restaurante.

Para Barbieri, o carpaccio do A Mano é uma verdadeira obra-prima e um dos melhores de Brasília. Ele também elogiou a nova opção do menu, o nhoque de lagosta, que tem tudo para ganhar o paladar dos frequentadores do restaurante e daqueles que ainda querem conhecer o local.

“Eu conheço vários pratos aqui da casa, mas esse, especialmente, vou experimentar hoje pela primeira vez e contar aqui a vocês”, iniciou o jornalista. “Deliciosa opção, seja para o Dia dos Namorados, feriados ou em qualquer situação: o A Mano é uma opção deliciosa e o GPS indica demais”, validou o apresentador.

Com o talento referendado pela reportagem, o chef Zorro Bandeira renovou, mais uma vez, o convite para os brasilienses conheçam e saboreiem os pratos exclusivos do A Mano.

“Gostaria de convidar a todos que venham conhecer e venham saborear nossos pratos”, finalizou o chef.

Veja o vídeo:

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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