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Premix Inaugura Fábrica no Paraguai: Expansão Internacional e Compromisso com a Pecuária Sustentável

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A Premix, renomada empresa brasileira de nutrição animal com mais de quatro décadas de experiência, anuncia um marco significativo em sua trajetória: a inauguração de sua primeira fábrica no Paraguai, denominada Premix Paraguay. Situada na cidade de Pedro Juan Caballero, Departamento de Amambay, essa nova unidade industrial representa um passo importante na expansão internacional da empresa, reforçando seu compromisso em oferecer soluções nutricionais inovadoras e sustentáveis para toda a América do Sul.

Potencial da Pecuária no Paraguai

O Paraguai desponta como um país com imenso potencial para o desenvolvimento da pecuária, impulsionado pelo crescimento contínuo do rebanho bovino e pela crescente demanda por produtos de carne de alta qualidade. Além disso, o país demonstra uma tendência ascendente na adoção de práticas sustentáveis na produção animal, buscando alternativas naturais para a nutrição bovina, em substituição aos antibióticos.

Tecnologia de Ponta e Compromisso Sustentável

A fábrica da Premix Paraguay está equipada com tecnologia de última geração para a produção de suplementos minerais de alta qualidade. Inicialmente, a unidade irá fornecer produtos inovadores, garantindo aos criadores paraguaios acesso a um portfólio completo de soluções nutricionais de alta qualidade e tecnologia comprovada. A empresa também se destaca pela sua equipe comercial experiente e qualificada, comprometida em oferecer soluções técnicas personalizadas para cada cliente.

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Comprometimento com o Desenvolvimento Sustentável

Fábio Procópio, gestor de Vendas para São Paulo, Paraná e Paraguai, destaca o planejamento meticuloso da empresa para iniciar suas operações no Paraguai. Ele ressalta o interesse da Premix na proximidade e no avanço das tecnologias aplicadas ao setor pecuário do país, além do compromisso em trazer um modelo de negócios sólido, aliado a soluções tecnológicas e sustentáveis.

O CEO da Premix, Marco Guidolin, enfatiza o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável da pecuária no Paraguai. Ele expressa confiança na inauguração da primeira unidade fabril no país e no potencial de se tornar um parceiro importante dos criadores paraguaios, oferecendo soluções nutricionais inovadoras e sustentáveis para impulsionar a produtividade e a qualidade da carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço

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A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas.

O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR.

A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano.

O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras.

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A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado.

Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos.

Fonte: Pensar Agro

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