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CCBB Brasília lança exposição de fotos de Hiromi Nagakura

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CCBB Brasília lança exposição de fotos de Hiromi Nagakura
Emanuelly Fernandes

CCBB Brasília lança exposição de fotos de Hiromi Nagakura

Nessa segunda-feira (10), o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília foi palco do coquetel de abertura da exposição ‘Hiromi Nagakura até a Amazônia, com Ailton Krenak’. A noite festiva reuniu cerca de 300 convidados, incluindo lideranças indígenas, representantes do corpo diplomático, entidades como Funai e Funarte, além de entusiastas da fotografia e das artes em geral. O evento celebrou a causa ambiental e os povos originários.

A exposição, que conta com a curadoria de Ailton Krenak, apresenta 120 fotos capturadas pelo fotógrafo japonês Hiromi Nagakura entre 1993 e 1998 na Amazônia. Krenak, uma figura importante na luta pelos direitos indígenas e pela preservação ambiental, interagiu com os convidados, posou para fotos e enfatizou, em seu discurso de abertura, a relevância de proteger o meio ambiente e valorizar a sabedoria dos povos originários.

Entre os presentes estavam Ricardo Ohtake, presidente do conselho do Instituto Tomie Ohtake, e Gabriela Moulin, diretora executiva do Instituto, que viajaram especialmente para prestigiar o evento. O coquetel também contou com um buffet assinado pela chef Morena Leite, do restaurante Capim Santo.

A mostra ‘Hiromi Nagakura até a Amazônia, com Ailton Krenak’ ficará aberta ao público até o dia 18 de agosto, na galeria 1 do CCBB Brasília, das 9h às 21h, com entrada gratuita. Durante a primeira semana, a programação incluirá mesas redondas e oficinas com lideranças indígenas representadas na exposição.

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Confira as fotos do coquetel de abertura, pelas lentes de Vanessa Castro:
Ailton Krenak e Ricardo Stuckert

Ricardo Ohtake..

Ricardo Ohtake.

Leninha Camargo e Claudia Pereira

Felipe Araújo, José Eugênio, Eloísa Freire e Aline Freire

Augusto Cunha, Angélica Peixoto e Paulo José Cunha

Elizabeth e Alan Detmeiater

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Leninha Camargo, Miguel Jabour e Claudia Pereira

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Walleria Sampaio e Ana Paula Mileski

Paulo Cypriano, Ângela Pappiani, Mariana Moscardo e Mitzi Gurgel

Leonardo Jeremias, Vanessa Nogueira e Cloves Nogueira

Joenia Wapichana e Ailton Krenak.

Harrison Silva e Lourenço Cardoso

…, Ailton Krenak, Joenia Wapichana e Gisela Mendonça

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak..

Ailton Krenak (11)

Felipe Estre, Thiago Carreira, Tercio Silva e Bruno Mariozz

Gabriela Moulin

Hayashi Teiji (embaixador do Japão) e Ailton Krenak

Joenia Wapichana e Ricardo Stuckert

Marianne Vicentini e Luiz Fernando Pontes

Zé Flores e Daniele Athayde

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Ailton Krenak e Joenia Wapichana

Maria Marighella, Ailton Krenak, Joenia Wapichana e Ricardo Ohtake

Ricardo Stuckert e Bruno Stuckert

Ailton Krenak e Cláudio Pereira

Bruno Stuckert e Chico Monteiro

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (10)

Hayashi Teiji (Embaixador do Japão)..

Maria Marighella e Leonardo Lessa

Adriana Bittar e Taty Falcão

Cláudio Pereira, Daniele Athayde, Iose Flores e Jeanina Daher

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (5)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (11)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (12)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (1)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (4)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (7)

Exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (18)

Hayashi Teiji (Embaixador do Japão).

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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